Mostrando las entradas con la etiqueta Eventos LAW. Mostrar todas las entradas
Mostrando las entradas con la etiqueta Eventos LAW. Mostrar todas las entradas

22 de septiembre de 2012

Relatos de São Paulo




Relatos do IV Encontro do movimento Casa Warat




O Encontro estava programado para começar na sexta, mas começou muito antes com a chegada de nossos amigos goianos na cidade que não para. Após fazermos um passeio pelo centro da cidade, discutimos, ao som dos impressionistas, regado de muito café pessegueiro, as vivências waratianas dentro das Casas já construídas...



SEXTA – 07/09

Sexta chegou com muitas borboletas na barriga e uma expectativa de cortar o peito, do encontro com os que há muito não víamos, do conhecer daqueles que, até então, eram uma foto virtual na rede. Foi fácil achar o grupo no vão livre do MASP, habitado por nada menos que uma gigantesca centopeia humana e gritos de diferentes cartazes

Após uma rápida apresentação de nomes, a Dinâmica de Abertura foi a seguinte: flanar por São Paulo, em busca de impressões daquela cidade que vivia a independência do seu país. Dividimo-nos em grupos mistos e fomos, cada qual com seu roteiro, sair, quando nada nos obriga a fazê-lo, e seguir nossa inspiração como se o simples fato de virar à direita ou à esquerda já constituísse um ato essencialmente poético. (Walter Benjamin)

Foram cinco roteiros para ajudar no exercício do flanar, questionando os waratianos quanto às cores da cidade, suas árvores, suas artes, seus cheiros, seus moradores... Após 2 horas de andanças, o reencontro se deu na Casa das Rosas, com toda sua cor, sombra e frescor, naquele dia de calor.

A roda foi se formando aos poucos, conforme a chegada dos grupos. Cada um discutindo suas experiências com os parceiros, mas ainda curioso com o outro. Momento das apresentações e da pergunta, como chegou até aqui? Após emocionantes relatos, desabafos e partilha, seguimos para o Centro Cultural São Paulo, num vagão de metrô que transbordava sensibilidade.
A chegada no Centro Cultural foi junto com a chegada da noite, e a vista do jardim com as lampadinhas não poderia ser melhor. Logo nos organizamos em roda novamente, em bancos esculturais que estavam bem ali no meio. Deu-se início da troca de experiências sobre a dinâmica inicial, com cada um tecendo, com tranquilidade, as impressões da cidade que não dorme.

O diálogo foi naturalmente se encaminhado para o tema do nossoCafé Filosófico: Cidade e Sensibilidade. Leopoldo Fidyka, com seu portunhol cativante e Wilson Levy, que resolveu deixar o anteriormente preparado de lado, nos contaram sobre o desafio waratiano de sensibilizar e humanizar essa cidade de concreto que nos deixa diariamente mais desumanizados.

Após muitas reflexões e construção coletiva, seguimos para a Augusta, comemorar nossos (re)encontros, num vagão que agora, além de sensível, cantava. No meio de porções e cerveja, num canto de Minas, surge, com coragem, a Casa Warat Sul.




SÁBADO – 08/09

Chegada a hora do almoço, o edifício que faz curvas nos recebeu com toda a sua grandiosidade, fazendo até gaúcho comer vegetariano. Foi no meio do restaurante charmoso, cheio de graça e Bonfim, que se iniciou nosso Painel de Práticas Waratianas. Qual a relação possível entre as instituições e a sensibilidade? nos contou Márcio Berclaz, com seu jeito doce, transbordante de esperança e luta.

Seguimos, então, para o labirinto do encontro, com eu, tu, eles de andanças na exposição que habitava o edifício Copan. Fomos seguindo pelo centro de São Paulo até chegar ao Café Girondino, ponto de comidas gostosas, foi sim.
Mas nosso debate se deu no Mosteiro de São Bento, e não haveria de faltar um. Na sala ao lado da fonte, na primeira Faculdade de Filosofia do Brasil, tiramos os sapatos e sentamos em roda para ler a Entrevista imaginária a Luis Alberto Warat, por Leopoldo Fidyka, discutindo temas sobre educação, pedagogia, sensibilidade e alteridade.

Dialogamos e reencontramos a esperança da nossa prática diária nas palavras do mestre que nos ensinou, mais do que teorias, o amor. Era chegada a hora, então, do nosso cabaret carnavalizado... Seguimos.

Depois de muitas horas de preparo, subimos ao topo do prédio na avenida que não é feita só de concreto, mas também de poesia, e fez-se o nosso Sarau de encerramento em meio às cores de um “waral” repleto de deseo. No metro imaginário, nos esprememos em busca das razões que nos unem para além do espaço físico. Enxergamos a luz na sombra que ali habitava, mostrando, poeticamente, todo o amor e saudade que ali se encontrava.
O dia amanheceu ao som de Petrolina e Juazeiro e, enquanto alguns dormiam os sonhos dos bons, outros viam o arcoirizar carvalizado do nascimento de um novo sol, de um novo encontro.


DOMINGO – 09/09

Um pouco cansados dos colchões infláveis, já sentindo um aperto no peito da próxima partida, domingo fomos à Pinacoteca não querendo a despedida. Foi um momento de Balanço, traçando as Metas para nosso próximo encontro, que mais do que uma pontualidade, seria resultado de uma construção ao longo dos meses, num vínculo de amizade, coletividade e amor, que ali se consolidava...


 Após duas semanas de correria, lembro-me do nosso Encontro e meu coração se tranquiliza, pois sei que, mesmo estando um pouquinho longe, temos muitos cronópios (e porque não também, famas) que se importam com o outro e se empenham, diariamente, na sensibilização dessa vida que se não vivida para a construção coletiva de uma sociedade melhor, de nada vale.


Mariana Teresa Galvão

Casa Warat São Paulo
.

12 de septiembre de 2012

Gracias São Paulo!





Sentidos en común en la ciudad de concreto


El profesor Warat planteaba que en los tiempos que corren se deberían afirmar los derechos de la Alteridad, entendidos como devenires permanentes productores de lo nuevo con el otro. Semillas de un sentido en común, en comunidad. Sentidos compartidos puestos para el acuerdo, y mucho de ello se presentó en São Paulo:

El otro, los otros/as existieron y fueron tenidos en cuenta para la construcción común, lo que redondeó un IV Encuentro maravilloso, lleno de intensidad, con espacios para el debate, la reflexión, la comunicación y la expresión de afectos.

Hubo mucho para destacar comenzando por la entrega de los organizadores, su hospitalidad, su calidez, su compromiso afectivo sumado a la programación planteada, las dinámicas grupales que facilitaron el intercambio, los materiales, las sorpresas y su permanente disposición para cuidarnos, para que no nos falte nada y que no sintiéramos como en casa.

Aprendimos mucho, nos conocimos más, articulamos energías, nos dimos fuerza, apareció nueva y linda gente, llegaron otros saberes y disciplinas, renovamos esperanzas.

Debatimos ciudades sensibles, instituciones, derechos humanos, pedagogía, razón sensible, releímos obras de Warat y más, vivenciamos mucho, esas cosas fuertes y lindas, intangibles difíciles de explicar….

Fueron participantes de muchos lugares, comprometidos, surgieron ideas y nuevos proyectos, se reafirmaron rumbos y se creció en identidad…

Hubo rosas, flores, libros, arte y poesía y hasta el mismo cemento se tiñó de color. Soñar, sentir, interactuar y seguir cons
truyendo es preciso, la casa sigue abierta, nómade e irradiando vida. 

Gracias
São Paulo!


.

3 de septiembre de 2012

Nos vemos en São Paulo!





IV  E N C O N T R O   I N T E R N A C I O N A L 
D O 
M O V I M E N T O  C A S A  W A R A T

 

7,8, 9 de setembro em SÃO PAULO

Programação



 
Confirmar presença:  casawarat@gmail.com



 
 
 T o d o s   c o n v i d a d o s !!!


 .

16 de agosto de 2012

Convite: IV Encontro Internacional da Casa Warat

IV ENCONTRO DO MOVIMENTO CASA WARAT

7,8 E 9 DE SETEMBRO, EM SÃO PAULO

PROGRAMAÇÃO

QUINTA (06/09)

20h: RECEPÇÃO
Local: a definir


SEXTA (07/09)

14h:
Dinâmica de Abertura:
Cronopiando na cidade: o que há em São Paulo para além do concreto?
Local: Vão livre do MASP – Av. Paulista

17h:
Café Filosófico: “Cidade e Sensibilidade”
Facilitadores: Wilson Levy e Leopoldo Fidyka
Local: Faculdade de Direito da USP (Centro)

SÁBADO (08/09)

14h:
Práticas waratianas - Qual a relação possível entre as instituições e a sensibilidade?
Facilitadores: Dora Martins (TJ-SP) e Marcio Berclaz (MP-PR)
Local: a definir

17h:
Painel - “O movimento waratiano”
Facilitadores: membros do movimento
Local: Café Girondino (Centro)
20h: Sarau de encerramento
Local: a definir

DOMINGO (09/09)

11h:
Balanço do evento e metas
Local: Café da Pinacoteca (Centro)


* Possíveis alterações podem ocorrer e serão previamente comunicadas.

* Pedimos a todos que confirmem presença através do e-mail, indicando um telefone para contato, até o dia 31 de agosto: casawarat@gmail.com

* Foto da exposição "corpos presentes" de A. Gormley




Mas info:  http://casawaratsp.blogspot.com.ar/

22 de noviembre de 2011

"Eu sinto que sei que sou um tanto bem maior"

Impressões


Abaixo, as impressões da Myla Alves a respeito do III Encontro Internacional da Casa Warat:





Eu poderia começar esse texto com título, olho, lead e usar pirâmide invertida, como manda a objetividade do jornalismo, mas aprendi neste feriado que posso - e devo - ser subjetiva. Não é crime ser intensa, sentir dor e medo, sofrer e amar. Aceitei que a minha sina é errar, e não ter medo de errar, e nunca deixar de acreditar.

Sempre fui apaixonada pelas ruas de tortuosas pedras da Cidade de Goiás, onde já tropecei tantas vezes e, mesmo assim, nunca deixei de amá-las e frequentá-las. Por que com a vida seria diferente? Eu continuo andando e caindo e seguindo, seguindo com paixão por cada coisa que vivo e faço.

Esses quatro dias foram encantadores não só pelo erotismo da Cidade de Goiás, tantas vezes mencionado pelo grupo. A viagem foi mágica graças às pessoas especiais e inspiradoras que conheci. Fazer parte do encontro da Casa Warat me proporcionou outra perspectiva de vida. Mesmo conhecendo tão pouco o universo waratiano eu me encantei. Me encantei por ele estar tão vivo em Buenos Aires, em São Paulo, na Cidade de Goiás, em Brasília, na Bahia, no sul do país e em cada uma dessas pessoas. Me encantei pelo jeito waratiano de ver e sentir o Direito e o mundo. Jeito esse que me incentiva agora a buscar um Jornalismo melhor, mais humano e sensível, diferente do sensacionalismo hoje existente.

A viagem para Goiás era pra mim uma espécie de refúgio, de recarregar as energias, respirar outros ares, conhecer novas pessoas, esquecer as tristezas, decepções, raivas.

Voltando pra casa vejo que consegui mais do que isso. Eu consegui entender que só preciso de pessoas mais humanas e que posso deixar de lado o quê e quem me faz mal. Depois de quatro dias de poesia, sinas, canções na chuva e um banho de cachoeira pra lavar a alma, eu jamais sou a mesma pessoa que saiu de Goiânia no sábado à tarde.

Eu agora tenho sede, sede de vida, de conhecimento, de arte, de humanidade e de auto-conhecimento.


Eu desejo ser uma pessoa melhor a cada dia!






Myla Alves - Estudante de Jornalismo da Universidade Federal de Goiás

16 de noviembre de 2011

Una crónica del III Encuentro


Goiás: agua, nieve, lluvia y vuelo de rinocerontes…



Não sei se a vida é curta ou longa para nós, mas sei que nada do que vivemos tem sentido, se não tocarmos o coração das pessoas.

Muitas vezes basta ser: colo que acolhe, braço que envolve, palavra que conforta, silencio que respeita, alegria que contagia, lágrima que corre, olhar que acaricia, desejo que sacia, amor que promove.

E isso não é coisa de outro mundo, é o que dá sentido à vida. É o que faz com que ela não seja nem curta, nem longa demais, mas que seja intensa, verdadeira, pura enquanto durar. Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina.


Cora Coralina


Goiás, ciudad bellísima y antigua capital del Estado, declarada patrimonio de la Humanidad, fue sede del III Encuentro Internacional Casa Warat, que convocó a profesores y alumnos interesados con explorar otros caminos a través del arte, la poesía y el derecho. Un verdadero encuentro vivencial con participantes de distintas ciudades y adherentes que enviaron trabajos y mensajes de apoyo.

En el sábado de apertura, la luna brilló como las palabras del maestro Warat, iluminando la ciudad, sus calles empedradas, el río Vermelho y nuestros corazones.
Cena de bienvenida en el restaurant Dalí (no podía ser otro), arte cocina, risas y encuentros, presentaciones y expectativas que iban aparecieron con los platos de comida regional.

De repente una bola de cemento atravesó la mesa nos empujó a volar como rinocerontes… tanto, que llegamos más allá a una casa de luz roja, donde los tambores anunciaban que había fiesta. De repente otro salto y estábamos en el morro del macaco molhado donde al ritmo de forró se diluyó la noche…


Domingo, en el patio de la Iglesia del Rosario, taller vivencial de arte y derecho a cargo de la profesora Marta Gama, tema: racionalidad y sensibilidad. Afloraron polaridades, complementos, sentidos, imágenes, y la construcción de una historia colectiva que trajo nieve a Goías, por que nó?
Por la noche, debajo de un frondoso árbol de mango, se desarrolló el  taller de reflexión sobre el pensamiento waratiano, entrega de los libros de Gisela Warat para las casas de Goiás y Sao Paulo, emociones, recuerdos y agradecimientos.


Lunes (segunda) de esperanza en “Vila Esperança” espacio cultural y pedagógico para chicos y adolescente en medio de una vegetación exuberante y armónicas construcciones: Jardín de las Formas, el Quilombo, Memorial Indígena, la juegoteca, el circo, las plazas entre otros.

En su sala circular se llevó a cabo la actividad de la mañana: la presentación de una interpretación del derecho a partir de algunas obras del pintor Gustav Kimt, una palestra que llego por esas causas y azares que tiene la vida.


Más tarde, una visita al monasterio benedictino “da Anunciação do Senhor”, de inspiración ecuménica donde se lleva una vida de oración y del testimonio del evangelio por la justicia social, el encuentro entre diferentes credos y la promoción de la paz. Más círculos, religiosidad y mucha madera.


Atardecer en la naturaleza, a siete kilómetros del centro histórico, en la Cachoeira de Andorinhas donde una pareja de recién casados intentaban posar en fotos para la eternidad, entre gritos y chapuzones varios.

Llegó la noche y  noche de Sarau, en el bar de la esquina de dodbe entrada, presencias de participantes y de ausentes, emociones, velas, actuaciones, cronopios, poesía y danza de la lluvia. Dança da chuva, dança da chuva, dança da chuva, Eh!.


Martes (Terça) de partida. Mañana en la panadería momento de balances entre aromas a café y pan caliente, planteo de nuevos proyectos, formas de articulación, comunicación y fortalecimiento del movimiento Casa Warat.


Pero esto no acaba aquí, la red continúa creciendo y el fuego de la casa sigue encendido, ya está en marcha un encuentro para el año próximo, mientras tanto, estamos, seguimos y volamos, como los rinocerontes...



LF


Un agradecimiento muy especial a los organizadores por su compromiso, entrega y afectividad, a la UFG, a los profesores y alumnos que de distintas lugares y maneras dijeron presente!


.


10 de noviembre de 2011

III Encontro: programação e locais

Programação - 12 a 15 de novembro e locais


Dia 12

18h – recepção
Local: Restaurante Dalí


Dia 13

15h - dinâmica de abertura
Facilitadores: Marta Gama e Leopoldo Fidyka
Local: Largo da Igreja do Rosário

19 – Mesa redonda: Desafios do pensamento Waratiano
Facilitador: André Copetti
Local: Bodega Fantástica

Dia 14

10h - Compartilhando cartografias: um espaço carnavalizado de troca de experiências
Facilitadores: André Copetti e Leopoldo Fidyka (a confirmar)
Apresentações de experiências waratianas
Local: Espaço Vila Esperança

15h - Café Filosófico: “Cortazar, João Cabral de Melo Neto e Warat: antropofagia e impossibilidades”
Local: padaria Moinho de Trigo


20h – Sarau
Tema: Waratiano, qual sua sina?
Livro inspiração: “Morte e Vida Severina”, de João Cabral de Melo Neto
Local: a confirmar

Dia 15
11h - balanço do movimento e do encontro Casa Warat

________________________________
Algumas sugestões de hospedagem (Também há possibilidade de hospedagem comunitária).


18- Pousada do Ipê
(62) 3371 2065
Rua do FórumNº02– Centro
www.pousadadoipego.com.br

14- Pousada Dona Sinhá
(62) 3371 1667
Rua Padre Arnaldo Nº 13– Centro
sac@pousadadonasinha.com.br

7- Hotel Colonial
(62) 3372 1237
Av. DeusdeteFerreira  de  Moura,nº 11 – Centro
hotelcolonialhotel@uol.com.br


5- Casa da Ponte Hotel
(62) 3371 4467
Rua Moretti Foggia, s/nº - Centro
casadapontehotel_@hotmail.com



3- Hotel Raios de Sol
(62) 3371 3161
Av. Dário de Paiva Sampaio Nº 06 – Setor João Francisco
hotelrsol@gmail.com.br

.

8 de noviembre de 2011

Goiás, aí vamos nós...

Dia 12 começará o III Encontro Internacional do Movimento Casa Warat...





promete!


Aos indecisos, ainda dá tempo. É só correr para o aeroporto, rodoviária, rodovia ou pegar a "bike"...








Dia 12 
18h - recepção

Dia 13
11h - (livro)
15h - dinâmica de abertura
19 – Mesa redonda: Desafios do pensamento Waratiano

Dia 14
10h - Compartilhando cartografias: um espaço carnavalizado de troca de experiência
15h - Café Filosófico
20h - Sarau

Dia 15
11h - balanço do movimento Casa Warat

5 de octubre de 2011

Encontro Internacional da Casa Warat: pessoas já confirmadas

Segue a lista de pessoas já confirmadas para o Encontro Internacional da Casa Warat, que ocorrerá entre os dias 12 e 15 de novembro.

Albano Pepe (RS)
André Copetti (RS)
Andréia Marreiro (PI)
Maria Tereza (MG)
Helga de Paula (GO)
Eduardo Rocha (GO)
Paulo Dante (GO)
Nádia Pinheiro (GO)
Jordana Ávila (GO)
Raíssa Ávila (GO)
Aline Gomes (GO)
Thays Carvalho (GO)
Thalita Monteiro (GO)
Jaqueline Sena (SP)
Wilson Levy (SP)
André Jorgetto (SP)
Mariana Teresa (SP)
Marta Gamma (BA)
Synara Araújo (SE)
Leopoldo Fidyka (ARG)

20 de septiembre de 2011

III ENCONTRO INTERNACIONAL DO MOVIMENTO CASA WARAT


III ENCONTRO INTERNACIONAL


O Movimento Casa Warat convida a todas(os) para o “III Encontro Internacional do Movimento Casa Warat”, que ocorrerá entre os dias 12 e 15 de novembro na Cidade de Goiás/Goiás.

Tem como finalidade a reunião de pessoas que possuam afinidade com o pensamento waratiano, proporcionando a troca de experiências, o fortalecimento de laços e práticas.

Pretende-se, assim, dar sequência aos dois primeiros encontros realizados, no segundo semestre dos anos de 2009 e 2010, em Buenos Aires e ciceroneado por nosso querido Luís Alberto Warat.

Programação - 12 a 15 de novembro

Dia 12 
18h - recepção

Dia 13

15h - dinâmica de abertura
Facilitadores: Marta Gama e Leopoldo Fidyka

19 – Mesa redonda: Desafios do pensamento Waratiano
Facilitador: André Copetti

Dia 14
10h - Compartilhando cartografias: um espaço carnavalizado de troca de experiências
Facilitadores: André Copetti e Leopoldo Fidyka
Apresentações de experiências waratianas

15h - Café Filosófico: “Cortazar, João Cabral de Melo Neto e Warat: antropofagia e impossibilidades”
Facilitador: Albano Bastos Pepe

20h – Sarau
Tema: Waratiano, qual sua sina?
Livro inspiração: “Morte e Vida Severina”, de João Cabral de Melo Neto

Dia 15
11h - balanço do movimento e do encontro Casa Warat

Inscrições gratuitas pelos seguintes emails:

Propostas de apresentações de trabalhos e de oficinas também poderão ser enviadas para os emails acima. O Movimento Casa Warat e a Universidade Federal de Goiás (UFG) emitirão os certificados das apresentações.
Aos interessados disponibilizaremos hospedagem comunitária.

.

18 de noviembre de 2010

Warat en el congreso de salud mental y DDHH



En el marco del IX CONGRESO INTERNACIONAL DE SALUD MENTAL Y DERECHOS HUMANOS que se desarrolla del 18 al 21 de Noviembre de 2010 organizado por la Universidad Popular Madres de Plaza de Mayo, Luis Alberto Warat integrará éste sábado 20 a las 13 hs, a mesa redonda denominada RACIONALIDAD, LOCURA Y MUERTE, de éste importante encuentro internacional.


Sede: H. Yrigoyen 1584. (UPMPM) Buenos Aires

Lugar: Auditorio

Hora: 13:00 hs Duración: 1h 30m

Temas: Racionalidad, Locura y Muerte. Abordajes, Dispositivos

Expositores: GREGORIO KAZI / LUIS WARAT


Están invitados!



.

22 de septiembre de 2010

opiniones al viento

Sobre Casa Warat




De Albano Marcos Bastos Pepe:



Importante que a Casa Warat mantenha acesa a luz da delicadeza intelectual através dos corredores frios e inóspitos das Faculdades de Direito. A isto eu chamo de ESPERANÇA.



De Marcio Berclaz:

Alteridad molecular: palabra clave...una mirada, un baño...nueva existencia y esperanza..nueva identidad. Casa Warat: una visión distinta del mundo...un sistema de creación y diálogo puesto al servicio de la sensibilidad.


y siguen las opiniones...



.

1 de junio de 2009

Reflexiones al retornar de el encuentro de Aguatinga

Lo que todo encuentro debe hoy tener en cuenta

Lo que me gustó del encuentro de los magistrados de trabajo de Paraná es que privilegiaron la convivencia entre los miembros de la magistratura entre sí, dejando la parte de conferencias y comunicaciones de tenor académico reducidas a un espacio de tiempo bastante corto. Tal es así que podría decir que la única conferencia del evento fue la mía. Existió otro momento académico pero fue más informativo que filosófico sobre el modo en que van a funcionar las juzgados virtuales de la justicia del trabajo en Paraná (en Septiembre se inauguran los tres primeros juzgados virtuales). El resto del tiempo fue confraternización, descubrimientos mutuos, intercambio de experiencias, mini cafés filosóficos informales nacidos del encuentro casual entre las personas. Un encuentro bastante suelto. Era como si los organizadores hubieran dicho: "el espacio es este, hagan de él lo que ustedes quieran..." y el resultado fue muy bueno. Todo el mundo retornó satisfecho, recargado afectivamente, reencontrando o conociendo personas, aprendiendo de la convivencia y no de los sermones académicos. Se respetó la razón sensible, que terminó sustituyendo a las palabras pomposas de oradores que confunden la academia con el pulpito. Se quebró con las posibilidades de conferencistas esquizofrenizados a los que solo se les permite hablar quince minutos porque es preciso cambiar de tema.

En este encuentro se colocaron dos cuestiones:
a) Las posibilidades del juez del trabajo como mediador: de ahí derivamos a una crítica a las formas en que se viene desarrollando la mediación judicial y la pésima original. Las conversaciones y diálogos apuntaron a resaltar la importancia de formación de los mediadores. El tema se desvió para el amor, la convivencia y la desmistificación de la idea de justicia desprendida de las creencias del Estado de Derecho (en su versión, la sensibilidad en las prácticas de la magistratura). Como consecuencia de todos esos diálogos desprendidos informalmente del puntapié inicial que representó mi charla, la escuela de la Magistratura del Trabajo ya decidió implementar un laboratorio de danza para los jueces, otro de teatro, música, otras actividades desprendidas de los presupuestos de la gimnasia emocional.

b) El informe sobre la justicia digital no provocó debates inmediatos, es decir, a continuación de la palabra de los dos expositores. La cuestión explotó como una bomba en los diálogos informales, en las sobremesas, en las ruedas de samba.

Fue uno de los encuentros en que yo asistí donde más se aprendió, donde yo más aprendí. Creo que el camino debe ser ese.

Posibles aplicaciones de la experiencia de Aguatinga para la Gran Semana de los Cafés Filosóficos brasileros en Buenos Aires
Creo que esa experiencia de Aguatinga debe ser tomada en cuenta para las jornadas y congresos que organicemos en la Casa Warat.


Tienen que ser espacios de sensibilidad convivencial, de ejercicio de las posibilidades de la convivencia sensible. Es decir, la razón sensible puesta en acto de convivencia, realizando la razón sensible en proceso de convivencia.


Con esto que quiero decir?

que tengo la sensación de que existen demasiados cafés programados, que deberíamos reducir el número de cafés programados y dejar más espacios para una nueva modalidad que propongo que experimentemos, que sería la de los cafés espontáneos, surgidos en el momento, durante esta semana de convivencia. Es decir, pensar las semanas de cafés filosóficos como semanas de convivencia sensibles, que introduzcamos otra modalidad de diálogo, que serían los cafés de convivencia sensible.

Me gustaría, nos gustaría, a los organizadores, saber la opinión de los otros amigos que nos privilegiarán con su participación.

De cualquier manera lo que se estaba recomendando es la participación en no más de cuatro cafés formales y el resto convivencia sensible. Siendo así, lo que proponemos como alteración es darle un nombre y oficializar una modalidad de cafés filosóficos radicalmente informales y sensibles.


Como se debe educar a partir de la segunda década del siglo XXI

Volviendo ayer en el avión para Buenos Aires, y gracias a la neblina del aeropuerto de Curitiba, se me ocurrió que la educación del futuro debería estar pautada en los siguientes movimientos, pasos o momentos (el nombre es lo de menos):
Primero la persona tienen que aprender a ser. En segundo momento tiene que aprender a sentir. En tercer momento tiene que aprender a convivir y por último tiene que aprender a conocer. En un cuarto momento tiene que aprender a hacer en alteridad (que es un hacer transformador). Creo que la UNESCO está pensando en esa dirección, o que ella propuso un grupo de educadores que llegaron a conclusiones próximas a las que yo pensé en el avión.Edgar Morin habla de una cabeza bien hecha; yo estoy empezando a hablar de un cuerpo recargado de sensibilidad y amor.

El profesor Luiz Fernado Coehlo, provocado por mi charla, escribió un texto para la revista de la AMATRA que en los próximos dias postearé en el blog.

Quiero cerrar esta entrega como terminé mi charla en el encuentro de magistrado:

Tener esperanza, en el siglo XXI, es para todos un Deber Ético.

20 de abril de 2009

Saldos del Barbero




El sabado realizamos el cafe filosófico sobre los Libertinos. Como siempre quedara en la memoria selectiva de la Casa, esa onda de afectividad que va siendo nuestra marca identificatoria.

Buscando un saldo entre los dos encuentros, el del Jueves en la Fundación Proa y el del Sabado en la Barberia me gustaria comentar:


Primero que todos nosotros no tenemos todavia en claro las diferencias entre el Cafe filosófico y un grupo de estudios.

Un grupo de estudios, con gente que se reune para discutir un autor, no puede navegar en el espacio de los seminarios, conforme sus devaneos del momento.
Si bien un autor no tiene el dominio personal del sentido del texto ,ni su subjetivdad determina el sentido exclusivo del texto; tampoco el texto tiene una una independensia petrea de sus significaciones,Si bien el acento debe ser puesto en lo que el texto sugiere al lector como sentido,es evidente que no se puede interpretar cualquier cosa.

Existe un centro de gravedad significativa que mantiene en equilibrio el texto y asegura la ida y vuelta de los devaneos .En ese punto David Kronzonas tiene toda la razòn y en los seminarios sobre Onfray avanzamos poco en terminos de la profundidad de ideas que se pueden extraer de la lectura de los textos de ese autor.

Existe mucha participación colectivas y muy poco Onfray. Me recuerda los encuentros de estudio sobre Kelsen ,u otros autores, que haciamos en el Instituto de Filosofia de la UBA. Eramos mas de doscientas personas que nos reuniamos para pensar Kelsen y unificar las apreciaciones.Terminamos, después de largos años y de la muerte de Gioja con un texto casi consensuado por el grupo, que Vernego tuvo la oportuna idea de publicar con el nombre de Teoria general del Derecho, en instrucción programada, su teoria.

Claro que no se puede exagerar a punto de convertir un grupo de estudios en un texto de instrucción programada, con preguntas y respuestas, o programadas y que nos formatan en la alienacion comprensiva .


El café apunta, por el contrario, al encuentro de sensibilidades, de aromas de juegos de complicidades y diferencia, de creatividades, de producir una idea en comunidad, en estado de Alteridad , entre todos, aunque cada uno pensara diferente en lo puntos de partida, y las
conclusiones. En el medio más que silogismos y falacias predomina el afecto.

Esto lo tratamos de buscar desde la fundaciòn de Almed. Sentir el conocimiento es una cosa grandiosa, es encontrar un camino paralelo, una puerta entreabierta del afecto.
Eso no tiene precio y no da rebancho. Un ejemplo la gente, y eso Leo lo comento, piensa como se puede aplicar el entendimento del Cafe en relación, por ejemplo a los libertinos.

No se trata de saber que pensaba realmente Sade o cual es el sentido de Sade para su época y su perdurabilidad. En el cafe lo que importa es que todos los participantes sientan que es ser libertinos, ser todos libertinos y pensar la vida hedonisticamente.

También dentro de la Casa Warat existen los observatorios, los laboratorios los ciclos de cine o teatro, todos con modalidades y hábitos diferentes que se torna necesarias. Cada uno de ellos tiene sus modalidades particulares, en otro momento seguimos.
Un abrazo

15 de marzo de 2009

postales del taller Onfray - Buenos AIres


Taller sobre ideas de Michel Onfray



Confiteria Ideal 12 de marzo de 2009.

Centro de Estudios LAW Buenos Aires




















































































Proximo Taller: jueves 16 de abril - están todos invitados!!!
Centro LAW