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1 de junio de 2011

lembranças de Passo Fundo (2009)


Noche mágica en el Café Filosófico de Passo Fundo








9/5/2009. Antes de ayer se realizó el primer café Filosófico de Paso Fundo, con un suceso que desbordo todas las expectativas soñadas. mas de 200 personas prestigiaron el café y afirmaron un pacto e sensibilidad y se sumaron al ejercito de la revolución educativa por las artes.

LAW



Un testimonio:



Paulino Ferrareze disse...

Nasci em Passo Fundo. Passei grande parte da minha vida aqui. Durante todo esse tempo não tinha participado de um evento como o de ontem, recheado de magia, com uma atmosfera em que a própria sensibilidade se sensibilizou, em que o próprio amor tornou a se enamorar, entre cada um e todos que lá estavam.
O universo gélido do direito parece abrir, pelo coração de uns poucos (mas em crescimento constante), espaço para que a poesia - entendida aqui analogamente como sustento das relações humanas - se fortaleça para se tornar uma das fontes primordias e fundantes do direito. Aliás, tivéssemos poesia de forma onipresente, talvez sequer necessitaríamos desse direito que hoje se apresente: truncado, trancafiado e travestido.
É sempre árduo voltar-se contra um movimento que parece natural, mecânico e pouco questionado. Ontem, todos que participaram do Café estavam a empurrar essa máquina invisível e burocrática que tenta tornar a todos títeres de um grande teatro de meras aparências.
Os poucos todos que lá estavam sonharam, se embriagaram pelas possibilidades postas e, acima de tudo, pela ciência de se poder fazer os traços do papel se transformarem em sorrisos reais, no único mundo que sempre existiu e existirá: um mundo não jurídico, mas de pessoas que se necessitam e que só alcançam a delícia da vida no olhar do outro.



Cumprimento o Mauro Gaglieti em nome de todos que organizaram esse evento jamais visto em Passo Fundo.

Prof. Warat, tenha certeza que o exército cresce e que a força aumenta. Obrigado.

Abraços estreitos a todos.

Paulo Ferrareze Filho

16 de noviembre de 2010

Carta de Buenos Aires 2010



Carta de Buenos Aires, Reunião Internacional da Casa Warat.



Buenos Aires, una noche fría a finales de octubre de 2010.



Carta literária do Encontro Anual da Casa Warat, ocorrido nos findos dias de outubro, do ano de 2010 (dois mil e dez), en “Mi Buenos Aires, tierra florida”. A reunião começou um dia após o Cabaré Macunaíma, realizado nos arredores de Maipú. Na capital argentina, o frio era marcante e o vento deixava ainda mais gélidas as noites ébrias. Na envolvente mistura de calor humano e frio porteño, ainda inebriados pela noite em Cabaré, deu-se início a reunião.

Estában Isabela, con su hermoso pelo rubio, Leilane, con sus belos ojos pintados, Mariana con su pelo rojo claro y sus 19 años, y Jaqueline, con su pelo nero, como los de Paula. Quizás era de ellas que hablava Chico Buarque quando escribió la canción “João e Maria” ("a noiva do caubói era você além das outras três…"). Ah si, estában también los chicos: Levy, con su buen humor y su abrazo colectivo, André, con su barba, sus 20 años y su sensibilidad, Eduardo, con sus rizos pero sin su sombrero porteño, Leopoldo, con el cuidado con los otros que solo él lo tiene, argentino que habla palabras que todos las compreendem. Y claro, estaba nuestro queridíssimo Luis: lleno de energia, de projectos, com sus ideas increíbles, su poder de congregar personas y de instaurar una atmosfera mágica al su rededor. Brindava a todos palavras estéticas y afectivas que, como siempre, nos encantavam y nos nutrían a todos.

O local escolhido: El Gato Viejo. No meio do improvável e do impossível, fez-se um restaurante em delírio na antigua estación de tren, no atelier de Carlos Regazzoni. Levy pede uma garrafa de vinho, quer apresentar a todos “Angelica Zapata”. Alguns preferem refrigerante, como Isa, Leilane e Mariana. Antes de chegarem os pratos, Leopoldo lança a primeira pergunta para instigar a reflexão: ¿qué nos une?

Jaqueline logo pega papel, pedacinhos de uma cartolina amarela, cheirando a tabaco, anteriormente cortados, e distribui para todos que estão na mesa, para que possam escrever suas reflexões. As respostas, que saem de forma fragmentada, complementam-se. Leopoldo lê os bilhetes escritos em espanhol, Jaqueline aqueles em português.

A resposta era polifônica, com argentinos hablando português y brasileños falando em espanhol, mas parecia ressoar uma só voz. O que nos une? La vontad de construir un mondo en donde cada uno es un encontro con los otros. Nos une la búsqueda. Pela realização livre do espírito. Pela intersubjetividade perdida na modernidade. Por uma nova sociedade, mais humana e menos castradora. Por puertas hacia nuevos mundos. Por afinar sensibilidades. Pela despinguinização dos espíritos dos estudantes e por um reconhecimento que não precisa de mitos, teorias, hermenêutica e lei para se realizar. Nos une el deseo de transformar. A crença no poder das alterações moleculares. Nos une la afectividad y la necessidad de construir un mundo diferente.

Nos une a recusa da desumanização e a esperança de mostrar que é possível viver afetivamente com os outros. Nos une a leveza das relações que se constituem como um respeitoso entre-nós. Nos une a inquietação perante o mundo e a tentativa constante para melhorá-lo e nos melhorar como seres humanos sensíveis. Nos une el interactuar entre nosostros para enriquecernos en nuestros espíritos para sermos mejores personas y brindarnos a nuestros semejantes.

Nos une a busca do entendimento de nós mesmos a partir do Outro e a busca do entendimento do Outro a partir de nós mesmos. Tomar o Outro a partir de nós mesmos. O Outro como uma extensão do Eu. A exsurgência do entre. A aurora da sensibilidade. A nascente do sensível. Nos une la tentación de unir/nos en una subjetividad que nos pertenezca para sustener/nos. No nos une el amor sinó el espanto (Borges). Nos une a vontade de um pluri-verso de significações voltadas sempre ao novo, à constante transformação. Nos une a sensibilidade, sabermos que não estamos sós, mas juntos pela construção da vida carnavalizada e repleta de sentimento de amor.

Nos une a tentativa de fazer triunfar a alegria sobre a tristeza, a pulsão de vida em um mundo em que prevalece a pulsão de morte. Nos unimos para compreender e transformar a pedagogia, enquanto momento de descobrir e redescobrir a nós mesmos e o Outro, numa perspectiva criativa, emancipatória, amorosa, erótica e transformadora. Qué nos une es el sentimiento de querer ser no un “yo” o un “otro”, sinó un “entre”. Una relación, un devir.

Pausa. O primeiro prato chegou: peru, já passado por outras mesas e bocas, temperado com cenoura, café e chocolate. Regazzoni cria as receitas de forma espontânea e plástica. Era o prato frio, depois viriam os quentes. Warat elogia o vinho. André descobre que é de uma safra de 1995. Levy e André tiram foto com o vinho, que não é tomado em taças convencionais, mas em pequenos copos de vidro. Tudo era inesperado e surrealista, como tinha de ser. Leopoldo, entonces, hace la segunda pregunta: ¿qué nos molesta?

Nos molesta el poder, el paradigma racionalista, el robo de la sensibilidad. Nos molesta o desejo pelo consumo, o fazer-se no consumo. Os micro-fascismos. A reverência a tradições vazias, a estética da forma burocrática de destruição do eu pelo enquadramento a padrões, hábitos copiados, sonhos pasteurizados, vidas vazias e o hedonismo que não transcende a forma. Nos molesta a insensibilidade, a indiferença. O sentir-se sozinho em lugares cheios. Nos molesta a pressa com que vive, sem se prestar atenção ao que se sente e ao que o outro sente. Nos molesta a repressão do espírito em todas as sua manifestações.

Nos molesta a idéia de degraus invisíveis que nos afastam – pois paramos de nos ver como iguais, como humanos. Nos molestan las divisiones, las separaciones, las etiquetas. Nos molesta la falta del deseo para perseguir una passión que nos mueva el corazón. Nos molesta o uni-verso estático e imutável, o que não tem devir. A tentativa de transformar sentimento em racionalidade, a modernização que transforma humanos em objetos homogeneos e pasteurizados.

Nos molesta uma vida sem poética, sem sonho, sem imaginação, sem criatividade. Nos molesta el egoísmo, la falta de solidariedad. Nos molesta o imperativo da razão, uma razão fria, cartesiana, que nos amputou a sensibilidade, que nos anestesiou a todos.

Segunda pausa. O segundo prato chegou: em forma de pato, vindo direto da cozinha para nossa mesa, sem escala e sem escolha. Depois veio polvo e também javali. Levy acende o charuto. André, o cachimbo. Leilane, o cigarro. Bééééhhh… Em meio à fumaça dos sonhos e à voz inebriante da mulher mais divertida e fogosa do recinto, entovam-se cantos líricos y abrazos colectivos. As luzes apagadas incendiavam delírios cabaréticos. Havia muitas cores, nas esculturas, nas paredes da sala, nos olhares trocados, nos livros espalhados, nas cidades internas.

Un despliegue de sensasiones diarios que se desdoblaran y hablaran con figuras en lenguajes del amor. Eram velas que dançavam um samba infinito, em meio à cidade do tango. Era la sensasión de estar delante un mar totalmente desconocido de colores diversos y que permite percibir una línea en el horizonte, sin que sea possible identificar su inicio y tampoco su fin. Em Buenos Aires encontrou-se esse mar. Um delírio? Sólo para los que no creen en los devenires, para los que se quedan en la racionalidad hermetica, cerrada en si misma. Sólo para aquellos que no perciben que, si no hay un “entre”, entonces están solos y nada són.

Cartografamos sentimentos, devires em meio à noite estrelada. Sensasiones fuertes y lindas, de alteridad y fraternidad. Luces, musica, danza, poesia, abrazos, besos y emoción. Reconheceram-se, desde logo, pelo olhar. Aquilo não tinha fronteiras, a amizade. Nenhuma língua ou sotaque seria capaz de impedir o entendimento, e o sentimento. O encontro puro. Sutil. O “entre” que se formou. O olhar bastava. A vontade bastava. A alegria bastava, assim como o sentimento de vida. Estava vivo. Juntaram-se a nós Inês, Glória, Marta Gama, André Coppeti, Alexandre da Rosa, Albano Pepe. Nem todos fisicamente, mas a nós se uniam pelo sentimento, presença essa que é ainda mais vivaz.

Todos formaban un grán rizoma, em que se diluem as fronteiras entre o virtual e o real. E rapidamente construíram-se idéias de esperança. Não havia censuras e o acolhimento foi completo. Reinava, soberano, o apetite de mudar, de amar, de viver. Não poderia existir construção vazia em meio tão fecundo. Naqueles papeles amarillos despejaram-se desejos comuns, que todos compartilhavam sem saber, mas que podiam intuir, sentir. Verdadeiro encontro. Revolução molecular.

A cidade ainda chovava em luto, mas a alegria reinava absoluta na Casa que construía esperança. A Casa que não tem uma casa. Não tem porque não precisa ser física. Ela é em qualquer lugar, onde se estiver, onde se quiser. En qualquer lugar donde se creea en en poder transformador de la sensibilidad. Nossa casa é movil, é nômade. Ela dança em ritmo de samba. Dança tango, flamenco y mismo la musica gitana. É uma fusão de cores, de sons, paladares e sentidos. É pura sensibilidade e está sempre aberta para quien crea en la revolución de un abrazo. De um beso. Quien así creer, entenderá (sentirá) essa Casa.

A nossa Casa é a anti-casa. O inverso do tijolo racional, do cimento solidificante, do concreto estático, da parede segregadora, do teto hermético, do chão geométrico, da porta com trancas, da janela com grades. A negação da casa cartesiana, morada da Razão, essa insustentável, estúpida e inválida habitação.

A nossa Casa é a Utopia, no sentido literal da palavra: o lugar nenhum. Ao mesmo tempo, é um eterno devir de imaginações poéticas, de possibilidades do que foi, do que nunca é e do que pode vir-a-ser. É a continuidade do eu no outro. Declaramos que o ser-em-si-e-para-si está morto. A Vida se dá no ser-com-outro, no ser-para-outro, no ser-entre. E ela não admite racionalização, solidificação, objetificação e reificação. A Casa é a nossa resposta a um mundo no qual a Vida se tornou utópica. A nossa Casa é às avessas: não somos nós quem nela moramos, mas é ela quem em nós habita.

Substitui-se o tijolo pela sensibilidade, o cimento pelo abraço, o concreto pelo beijo, a parede pela poesia, o teto pelo tato, o chão pela arte, a porta pelo outro e a janela pelo olhar. Constrói-se a casa waratiana, a casa nômade. Y que está abierta a todos los que en ella quiseren entrar.
Carta literária e patafísica, lida e passada numa noite fria, em meio a catacumbas, ao inesperado som de um piano…





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18 de enero de 2010

Actividades de la Casa Warat Buenos Aires

Acciones

La casa Buenos Aires comenzó a andar...




El año 2009 fue un camino de búsquedas y realizaciones, donde realizamos varias actividades, nuestro agradecimiento a todos los colaboradores y participantes y aquí va un resumen con algunas de ellas.





Enero - 1eros cafés filosóficos argentinos brasileños "Arte, derecho y vida". Bar Criss.
Con la presencia de docentes de Bahía, Río de Janeiro; Florianópolis, Porto Alegre y Buenos Aires.


Marzo
– abril Cafés filosóficos Tema: "Mitchel Onfray" Fundación Proa – Confitería Ideal.

Abril – Almuerzo filosófico Tema: "Marques de Sade" Restaurant La Barbería.


Septiembre
Café filosófico Tema: "El Amor" Café pizzería Pétalo


Septiembre:
Filmación del vídeo: “La Ciudad es la Solución” por Dpto. Audiovisual de la Casa. Entrevista a Fabio Quetglas.


Septiembre
. Presentación del proyecto ciudades sensibles en Santa María – Brasil.


Octubre
: Cafés en el Abasto: "Nueva Pedagogía y Ciudades sensibles". Con la presencia de docentes y alumnos de Santa cararina y Rio Grande Do Sul en Bs. As.


Octubre
: Encuentro argentino brasileño, aniversario y cabaret Macumaína en Buenos Aires. Con la presencia de docentes y alumnos de Brasilia, Bahía, Río de Janeiro, San Pablo, Curitiba, Porto Alegre, Santo Angelo y Buenos Aires.


Diciembre:
1er. aniversario de la Casa Warat Buenos Aires.






Perspectivas para el 2010




> Encuentros y talleres de reflexión.

> Dictado de un curso intensivo sobre política y sensibilidad.

> Elaboración de nuevos videos.

> Ciclo de cine argentino brasileño sobre Derechos Humanos.

> Publicaciones.

> Nuevos encuentros argentinos brasileños

Más encuentros, alteridad, razón sensible y alegría...


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4 de noviembre de 2009

Aportes...

Encontro histórico-surreal

Por Albano Marcos Bastos Pepe





03/11/09. A Iluminura apresentada retrata o ápice do Encontro da Casa Warat em Buenos Aires. Tal Iluminura representa uma reunião do Rei Arthur com seus Cavaleiros da Távola Redonda quando da apresentação do Santo Graal.

Mito, lenda e realidade, são três possíveis dimensões na leitura da vida de Arhur de Pedragon. Tais dimensões atravessam nossas vidas de modo transverso e contínuo mais do que podemos imaginar. Heroísmo, traições, amizades fraternas e profundas, paixões desmedidas (Guinevere, Lancelot, Arthur) bruxarias e aventuras fazem parte do plural de sentidos por nós produzidos para não permitir uma completa burocratização do nosso modo de ser no mundo.

Deixamos muitas vezes que o onírico coletivo, uma das fontes das lendas que vivenciamos, seja nosso horizonte; então, nos apaixonamos, lembramos os sonhos, produzimos utopias, tornamo-nos crianças e elaboramos felicidades.Portanto, a reunião do Rei Warat com seus Cavaleiros reais, torna-se uma leitura possível deste momento mágico e surreal ocorrido nos últimos dias, não em Camelot, mas em Buenos Aires.

Daqui a séculos, provavelmente restará a lenda de tais Cavaleiros e Damas naquele momento reunidos. Como serão os relatos e narrativas que alimentarão este conto fantástico de um passado remoto? E o Santo Graal como será representado?

Meus humildes cumprimentos a todos que participaram deste momento inolvidável.


Fuente: http://www.fotolog.com/albanopepe



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Algunas imágenes IV - Cabaret

Cafés filosóficos en Buenos Aires


Viernes - sexta feira Cabaret Macunaima


















































































3 de noviembre de 2009

Algunas imágenes III

Cafés filosóficos en Buenos Aires

Viernes - sexta feira: Café en el Centro de formación Sindical



Rizomas grupal, planes de acción, Carta de Buenos Aires y análisis de la situación de las mujeres...















Brindis de aniversario:

Parabiens, feliz cumpleaños bilingue!!!














Algunas imágenes II

Cafés filosóficos en Buenos Aires

Jueves - quinta feira: Café en la Casa de Corrientes


Arte y derecho, expresión corporal, integración musical argentina brasileña, herencia Guaraní, Corrientes y baile con Chamamé...
















2 de noviembre de 2009

Algunas imágenes I

Cafés filosóficos de Buenos Aires


Miércoles - quarta feira:
Café en el lobby del hotel


Encuentro, presentaciones, bienvenidas y disparadores iniciales...















Bahía, Goiania, Río, Sao Paulo, Curitiba, Florianópolis, Santo Angelo, Porto Alegre, Buenos Aires...

24 de agosto de 2009

Un comienzo promisorio de los cafés en Florianopolis

El día 8 de Agosto fue realizado el Café Surrealista Robespierre, con muy buena cantidad de participantes, teniendo en cuenta que fue marcado para un sábado a las 15 hs. en las vísperas del día del padre. Se discutió el tema "De carne somos". Los participantes al final del café manifestaron su deseo de ir constituyendo una filial de la UNISUP en Florianopolis, coordinado por Dilsa Mondardo, Vera Regina Pereyra de Andrade e Ildemar Egger.

Lo interesante del café fue la heterogeneidad de origen de los participantes, ya que vinieron judistas, profesores de historia del arte, cientistas políticos, sociólogos, entre otros.

El café fue excelentemente organizado por Dilsa Mondardo, Jorge Castillo e Ildemar Egger, que hicieron un esfuerzo a destacar en medio de la voragime de actividades que nos demanda el mundo de hoy, inclusive en una isla como la de Florianópolis.



27 de julio de 2009

Nuevos cafés surrealistas en Santa María

Quedaron ya fijadas las fechas para dos nuevos cafés surrealistas en Santa María, llamado el primero "Voltaire" y el segundo "Robespierre".
En el café Voltaire nos ocuparemos de discutir las ciudades sensibles con animación de Leopoldo Fidyka, Patricia Hermida y Fabio Quetglas




El café Robespierre se ocupará de Clarice Lispector, poesía, fragmentos de películas y comentarios e impresiones sobre la autora. Estará animado por Andrea Beheregaray y Albano Marcos Bastos Pepe.

Una pintura de Clarice Lispector


El sábado al mediodía habrá un churrasco VIP en la casa de Albano.




27 de junio de 2009

La semana de los cafés también tiene el síndrome de la metamorfosis ambulante

Dirección de la UNISUP, en reunión ordinaria del diade la fecha, con la participación de algunos dos miembros del colegiado surrealista que funciona en caracter consultivo establecieron algunas modificaciones en los cafes, cuya nueva programación sigue a continuación:


(click en la imagen para visualizarla en tamaño más grande)

Es mucho mejor dejar las tardes sueltas abiertas a lo inesperado. Estamos pensando en crear un equipo que presta un apoyo minimo para esbozar algun horizonte organizativo simple para que las improvisaciones puedan ser encauzadas sin ser formateadas.

Seria interesante si logramos una programacion nocturna comunitaria

Además las tardes son necesarias para realizar una asamblea de apoyo a la UNISUP, ver donde se abrirán filiales y como se articularán. Tenemos en capeta algunos proyectos binacionales que precisan ser firmados e protocolizados, para todo eso es preciso tiempo.

Aranceles por todos los cafés programados será asignada una pequeña contibución, ahora con un pequeño descuento de cincuenta pesos por lo que se oferte . La consumisión, las comidas y los paseos, asi como los hospedajes serán por cuenta de cada participante. Ese es el costo de nuestra libertad. La jornada no tiene patrocinadores ni financiamentos. Necesitamos contar con un fondo inicial para abrir un lugar propio, pagar el papeleo y la secretaria. En el resto la UNISUP es una organizacion de las Mujeres al Frente , su brazo sensible, sin fines de lucro, no los tiene ni los va a tener.

En cuanto a las participaciones individuales el ingreso a cada actividad unitariamente considerada es de 10 pesos


Anualidad de adhesión.
De cualquier forma esta abierto un registro de adhesiones a la UNISUP (como anuallidad ) Hasta ahora existen cinco anualidades firmadas. Precisamos más adhesiones. Estamos calculando, sugeriendo una anualidad de 200 pesos, ciento quince reales o cincuenta dolares. La anualidad VIP es para gente que disponga de unos pesos para invertirlos en el afecto a nuestra institucio.


Hospedaje

Será por cuenta de cada participante, podemos ayudar sugeriendo departamentos a sesenta dolares diarios, para tres personas o sea 20 dolares por persona. El encargado es Jorge Castillo fone celular 00554899952 281 o 00554832374332

26 de junio de 2009

Cafe Filosofico en Santa Maria


Programado para el viernes (sexta Feria ) tres a las 19.30 horas )en Santa Maria


Este evento es organizado por la secretaria de Cultura de santa Maria. El cafe contara con la animacion del secretario de Cultura, albano Pepe Leonel severo Rocha y Luis Albeto Warat El filocafe dara inicio a las actividades de la Filial Santa Maria de la UNISUP Universidade surrealista Popular de America Latina
El cafe se realizara en el restaurante Sao Francisco Rua do Rosario 400 bairro do Rosario


Informaciones sobre local de realizacion del cafe Conectarse con Albano Pepe celular 5581110711

7 de junio de 2009

Novedades en los cafes filosoficos brasileros en Buenos Aires



Espacio Sociocultural Archibrazo
Leopoldo, el lado masculino de la dirección de la casa Warat (el femenino es Patricia Hermida) descubrió, gracias a su increible sensiblidad surrealista el Espacio Cultural Archibrazo.

El gran espacio surrealista de Buenos Aires que termina de instalarse en el barrio del Abasto. Proxima a la casa donde paso su infancia Carlos Gardel. El Barrio del abasto se esta convirtiendo en el epicentro cultural de Buenos Aires.
Ayer fuimos a cenar y ver el espectaculo que presentaban allí... Asistimos a la presentación de un grupo afrouruguayo, que posiblemente volverá a Buenos Aires para organizar un taller de danza durante la semana de los cafes. Gustamos mucho del espacio.

Hablamos con los directores y estamos negociando que en Archibrazo funcionarán la mitad de los cafes de Buenos Aires.

En general todos funcionaran en la zona del Abasto, que estamos pensando que se convierta en uno de los puertos seguros de la Casa Warat, tenemos la idea que la casa centre sus actividades en el barrio del Abasto. Creemos que hoy es mas interesante que la Boca, SanTelmo o la Recoleta.

Por el momento el ultimo cafe que cerrará las actividades esta pensado en Puerto Madero.
Esperamos que prospera nuesta sociedad con Archibrazo, sera un paso más para la constitucion de nuestra universidad surealista, la primera universidad popular, nos parece, auténticamente en esa linea.


Aranceles de inscripción

Leopoldo me comunicó tambien que la dirección de la Casa Warat decidió reducir los aranceles a cincuenta pesos (60$) y ochenta pesos (80$) -si se quiere la emisión de un certificado de la Universidad Spei de Curitiba-, institución coorganizadora de esta semana de cafés.
Además esos aranceles dan derecho a participar de todos los cafes. Eso si, la consumisión es libre y por cuenta de cada participante, (de cada cafenauta)
Las personas que ya abonaron la anualidad de adhesión tendran acceso libre a todos los cafes

Los que deseen adherirse a la casa e inscribirse como adherentes podran pagar una anualidad de cincuenta dolares con acceso lib re a todos los cafes. (por unica vez)


Los recursos de la Casa Warat
Los recursos de la Casa Warat por el momento son precarios. Estamos busscando patrocinadores Pero por el momento el patrocinio proviene solo de los cafenautas amigos de la casa: que espero sepan comprender el sueño...

Ya vendran tiempos mejores, algun dia dejaremos de ser nó mades y tendremos nuestro propio espacio: La casa propia

La dirección de Archibrazo

Calle Mario Bravo 437, casi esquina Valentín Gomez. Se puede llegar con el subte de la Av. Corrientes, Línea B, estación Carlos Gardel


Los invitamos a visitar su página: http://www.archibrazo.org/




2 de junio de 2009

Alteraciones en los cafes de Julio

Después de la experiencia de Aguatinga la Casa Warat está estudiando algunas modificaciones en la programación de los cafés filosóficos de Julio Vamos a dividir los cafés en dos tipos. Los de sabor más tradicional (es decir que seguirán las estructuras que vienen teniendo los cafés en las diversas latitudes). Los de sabor más innovador, cuya estructura será bastante móvil, flexible, conforme a las posibilidades de los partcipantes. Esta segunda modalidad de cafés serán organizados para un número menor de participantes y con un ritmo mucho más carnavalizado. Existen justificativas teórico-prácticas para esa alteración.
Próximamente Albano Pepe elaborará un documento de respaldo a esos cambios.
La tasa de inscripción se mantendrá inalterada; serán ofertados siete cafés de los cuales cada participante optará por cuatro. En ellos la consumisión mínima ya está incluída. En los otros, los cafés carnavalizados, la consumisión será determinada de acuerdo al lugar y conforme a los precios que constan en el menú de cada restaurante o café. Los animadores de los cafés carnavalizados serán indicados de acuerdo al tema a partir del cual el carnaval se expanda.

Los cafés que serán dejados para la próxima semana general dependerán de las preferencias de los participantes. Pedimos que a la brevedad usted elija sus cuatro cafés. Empezamos a trabajar en todo esto. Noticias en breve.

14 de mayo de 2009

Warat animará un café sobre la convivencia


Durante la gran semana de los cafés brasileros-argentinos el profesor Warat animará un café filosófico sobre la convivencia donde instigará a los participantes a abordar la convivencia desde diferentes dificultades de la convivencia como sería los obstáculos de convivencia entre diversas generaciones, las convivencias de género, la problemática de convivencia multicultural, los acosos de diferentes índoles que imposibilitan la convivencia, el derecho como obstáculo a la convivencia, la convivencia de pareja, la convivencia amorosa, la convivencia hedonista, la calidad de vida en la convivencia, la convivencia como sentido de la vida, la residencia y la logoterapia en la convivencia, la convivencia sensible, la convivencia alienada, entre otros varios aspectos que los miembros del café con seguridad colocarán sobre la mesa.

Dentro de los últimos desplazamientos teóricos de Warat, sumados a su reciente trabajo sobre los mediadores sin frontera, el profesor viene trabajando las posibilidades de considerar a la convivencia como objeto del derecho en sustitución de la norma o del conflicto.

12 de mayo de 2009

También está generando gran expectativa para la semana el Café filosófico Kafkiano




CAFÉ FILOSÓFICO KAFKIANO

Filosofia & Literatura Teatralizadas


PROJETO: Kafka – contos de fadas para cabeças dialéticas

Os cafés filosóficos permitem uma modalidade de diálogo comunitário, tendo ressurgido em Paris nos anos 1990 e vêm desde então assumindo uma interessante consistência, como uma espécie de miniatura das universidades populares ou abertas, tal como a que atualmente mantém, com muito êxito popular, o francês Michell Onfray, na cidade de Caen.

Esses cafés funcionam geralmente em cafés que já existem, onde os proprietários cedem o espaço em troca do consumo do que é oferecido no cardápio. Alguns funcionam regularmente no mesmo café, outros vão trocando de lugares. Os temas a serem discutidos são escolhidos algumas horas antes do começo dos encontros, que durão mais ou menos duas horas. Outros preferem pactuar antecipadamente, e anunciar com antecedência, o tema a ser animado. É recomendável respeitar as preferências de cada grupo de participantes, mesmo nesse caso.

Geralmente o condutor dos debates é chamado “animador” e um mesmo grupo pode ter alguns membros co-animadores que circulam pelos diferentes locais, quando forem muitas as mesas ocupadas. Os animadores não precisam ser – e, talvez, é até melhor que não sejam - especialista em filosofia nem ser reconhecido como autoridade em alguns conhecimentos e verdades.
Os cafés são abertos a qualquer pessoa, havendo muito poucas restrições e requisitos, pois somente se requer ser sensível ou ter o desejo de recuperar sua sensibilidade e, mesmo, sua animalidade. Para tanto, será válido o que o grupo proponha como possibilidade de redescoberta de seu corpo, de sua sensibilidade ou de resolução existencial; modos e formas de crescimento em comunidade, de diálogo. O método de animação é muito simples, bastando deixar que cada um expresse-se à luz de seus próprios pensamentos e sentimentos, sem censuras, dispensando as imposições, as verdades dos outros, para não admitir que uma autoridade exterior se imponha e intente manipular nosso interior. Unicamente o consentimento íntimo de cada um consigo mesmo terá valor.
O único que se impõe é cada um si mesmo, e o desprezo daqueles que participem apostando nas univocidades de pensamentos. A universidade de idéias, como império do pensamento único, deixa lugar para a “multiversidade”, a pluralidade de vozes que intentam conviver sem destoar demasiadamente. Eis o lugar onde todos terminam aprendendo que filosofar é aprender a escutar.O papel do animador, portanto, não é dar uma palestra ou um curso, ainda que o grupo pode optar por realizar algum tipo de modalidade que o permita, de acordo com o tema ou presença de algum participantes especialmente convidados. Porém, mesmo esses convidados, que desde o lugar da animação, proporcione uma informação preliminar que o grupo desconhece, também nunca será fornecida de modo igual ao que se dá em aulas universitárias, pois o clima dialógico e carnavalizado fará toda a diferença. O animador de qualquer das modalidades dialógicas deve ter claro que ele está lá para permitir a prática do exercício da liberdade, ajudando a provar que filosofia é vida, e que a filosofia da vida não pode estar incrustada no mundo das fantasias idealistas, das idéias sem sangue, sem romances autobiográficos.



A presente proposta é de abordar textos da obra de Franz Kafka, de grande conteúdo filosófico, através do jogo de leituras dramáticas. O austríaco Thomas Bernhard disse certa feita: "Quando se abre um dos meus livros, acontece o seguinte: é preciso imaginar que se está no teatro". Seria possível dizer a mesma coisa de qualquer livro, de qualquer autor. Todo romance encena um tipo de teatro. Kafka, Beckett e Thomas Bernhard, entretanto, fazem desse elemento da representação literária uma evidência incontornável para o leitor. Do que se trata, nas obras deles, sempre, é de uma representação da representação. Na presente proposta, porém, não objetivamos uma encenação, mas sim, buscar extrair dos textos sua carga dramática através da palavra, fazendo viver, de maneira coletiva e no próprio corpo, idéias abstratas lançadas no papel, ao estabelecer um confronto filosófico e dramático com o intrigante e instigante universo do Autor em questão, mostrando sua convergência com o nosso, atual, tanto no plano individual como no coletivo – local e universal.

Dentre os textos da obra fragmentária obra kafkaniana, a opção feita é por alguns dentre os textos-curtos, breves narrativas, Erzählungen, muitas vezes contando com apenas um pequeno parágrafo, de grande densidade cognitiva, tanto que o consagrado filósofo e crítico literário, Walter Benjanim, um dos primeiros a reconhecer o valor dessa obra, os denominou de “contos de fada” (Märchen) para cabeças dialéticas (cf."Franz Kafka. A propósito do décimo aniversário de sua morte", in: Magia e técnica, arte e política: ensaios sobre literatura e história da cultura. Walter Benjamin, Obras escolhidas, vol. 1, trad.: Sérgio Paulo Rouanet, São Paulo: Brasiliense, 1996, pp.137-164). E nesse mesmo texto, publicado por ocasião da primeira década de falecimento de Kafka, Benjamin anota que toda sua obra “representa um código de gestos, cuja significação não é de modo algum evidente, desde o início, para o próprio autor; eles só recebem essa significação depois de inúmeras tentativas e experiências, em contextos múltiplos. O teatro é o lugar dessas experiências”. É que Kafka percebeu o quanto padecíamos – e padecemos ainda, cada vez mais - da alienação do próprio corpo, por força das idéias, em que tendemos cada vez mais a nos tornarmos, deixando de ser reais.

Através do trabalho com esses textos, pretende-se facilitar, por meio de sua vivência pela dramaturgia, uma percepção mais aguçada de questões fundamentais da atualidade, ao fomentar o conhecimento da filosofia, literatura e teatro como também no enfrentamento das condições de vida atual, com sua complexidade e caráter desumanizante, a requerer uma resensibilização, pelo contato com obras, “em ato”, de grande valor estético e gnosiológico, das quais muito nos escapa, quando lidas individual e silenciosamente.

No que diz respeito ao trabalho propriamente dito, tem-se que, inicialmente, será feita uma explanação geral sobre o Autor, sua vida, obra, feitos e efeitos, enquanto ao iniciar o trabalho com cada um dos textos ele será situado no contexto da obra e época histórica, tanto geral como pessoal, do autor. Ao final de cada sessão, será proposta uma reflexão e expressão do grupo sobre os pensamentos mobilizados, isto é, literalmente, incorporados, pela encenação do texto, sua vivência, o que pode melhor revelar a vivência do autor quando o escreveu, vivência que os antigos já consideravam o requisito mesmo para filosofar: primum vivere, deinde filosofare (“primeiro viver, depois filosofar”). Nesse momento, os participantes iriam para as mesas do café, já devidamente mobilizados e aquecidos para trocarem impressões e conclusões.


Dinâmica aplicada (3 hs):

- aquecimento vocal e físico: disponibilizar o corpo e mente para o trabalho (10 min);
- escolha do texto: primeira leitura dos textos previstos, com sugestões sobre o “lugar” que ocupariam na visão de mundo do autor (20 min);
- jogo de leitura dramática: leitura dramática dirigida, onde a interpretação teatral será explorada (1 h);
- café filosófico: discussão das conclusões descobertas com o trabalho (1h30 min).



Proposta especial para a FLIP/2009:

Além dos cafés filosóficos a serem ofertados, com base na proposta aqui esboçada, uma proposta especial para a FLIP seria a de realizar um trabalho para um número indefinido de interessados, que atendessem ao chamado feito em cartazes espalhados pela cidade de Paraty e adjacências, com os mesmos dizeres daqueles que constam do fragmento “O Teatro Livre de Oklahama”, pertencente ao (primeiro) romance de Kafka, “América” ou “O Desaparecido”, convidando todos os interessados a participarem do Teatro, independentemente de serem ou não artistas, para contratação com base na ocupação e profissão que já exerçam. Daí, para realizar o trabalho nessas proporções, seria necessário um espaço aberto de dimensões compatíveis. Aqui se faz necessário algum investimento na compra de adereços, o que poderia se buscar obter junto a restaurante, pousada e/ou estabelecimento comercial de Paraty que tivesse interesse em ter sua marca vinculada (e divulgada) pelo evento.



João Ribeiro, O Grande Teatro ao Ar Livre de Oklahama






Proponentes:

Luis Alberto Warat, filósofo e animador cultural, com experiência de quarenta e cinco anos no ensino superior, tanto no Brasil como na Argentina, seu país de origem

Willis Guerra, filósofo e jurista, com experiência de vinte e cinco anos no ensino superior (atualmente, Professor Titular do Centro de Ciências Jurídicas e Políticas da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro e convidado nos cursos de Mestrado e Doutorado em Filosofia do Direito da PUC-SP)

Fabianna Serroni, atriz formada pela PUC-SP, com vasta experiência em direção de atores (atualmente, pela segunda vez, atuando junto ao Grupo de Teatro Oficina, fundado por José Celso Martinez Correia)

Dados:

Luis Alberto Warat

Blog: http://luisalbertowarat.blogspot.com/









Canal de TV. Arte e Direito.: http://arteedireito.tv/


E-mails: centrodeestudoslaw@yahoo.com.br & lawarte@gmail.com

Contatos:

willisguerra@hotmail.com & fabiana.serroni@gmail.com

Celulares: (11) 7676.1211 – Willis & (11) 8952.1962 - Fabianna



“Today, at the racetrack in Clayton, from six o’clock in the morning until midnight, staff will be hired for the Theater in Oklahama! The great Theater of Oklahama calls you! It’s only calling today, only once! Whoever misses the chance now, misses it forever! Whoever thinks towards the future, listen to us! Everyone is welcome! Anyone who wants to be an artist, report! Our theater needs everyone, everyone in his place! Anyone who chooses us, we congratulate him right here! But hurry, all of you, because you’ll only be let in up to midnight! Everything will close at twelve and never open again! Damn those who don’t believe in us! On to Clayton!”




Jacques Derrida, filósofo franco-algeriano, ao receber em 2001 o Prêmio Adorno da Cidade de Frankfurt: “(...) escolhi essa passagem de Minima Moralia (obra de Adorno) para prestar, hoje, uma homenagem de reconhecimento àqueles que instituíram o Prêmio Adorno respeitando-lhe um certo espírito. Como sempre em Adorno, e eis sua mais bela herança, esse fragmento teatral faz comparecer a filosofia num único ato, numa única cena, diante da instância de todos os seus outros. A filosofia deve responder perante o sonho, a música - representada por Schubert - , a poesia, o teatro, e perante a literatura, aqui representada por Kafka: “Quando se acorda no meio de um sonho, mesmo do pior pesadelo, fica-se decepcionado e tem-se a impressão de ter perdido a melhor parte. Mas, na realidade, os sonhos felizes, plenos, são tão raros quanto é, segundo Schubert, a música alegre. Mesmo o sonho mais belo carrega algo como uma mancha (wie ein Makel), sua diferença em relação à realidade, a consciência de nos oferecer apenas simples ilusões. Eis porque os sonhos mais belos têm algo como uma rachadura (wie beschädigt). Tal experiência está registrada de maneira inigualável na descrição do teatro ao ar livre de Oklahoma, em A América, de Kafka.”


























AMERIKA By Franz Kafka.