30 de abril de 2009

saudaçoes do professor Edson Vieira Abdala


Saudações!!!
Quarta-feira, 29 de Abril de 2009 22:07
De:
"Edson Vieira Abdala" Exibir informações de contato
Para:
centrodeestudoslaw@yahoo.com.br


Querido amigo Warat,
Saudações! (Sabe você que este termo foi utilizado pela primeira vez, em correspondência, por Epicuros. Preferiu substituir o antigo "Vive bem ou Vive retamente"). Criativa a figura, não é mesmo?
Revê-lo, Warat, causou-me uma enorme alegria, pois lembrei de várias circunstâncias marcantes na minha juventude primeira, algumas das quais integram o seu comentário.
Tentando continuar o nosso papo, quando Epicuros, em determinada carta à Pitoclés afirma: "alça tua vela, amigo, e foge de toda cultura, seja ela qual for", não estava propondo uma loucura. Creio que sugeria um desapego à covardia e um incentivo à coragem para que novos conhecimentos pudessem se estabelecer.
Vez por outra precisamos "alçar as nossas velas", a fim de fugir da chatice que se tornou o direito e as suas deformações.
Bem-vinda seja a sua casa e que a mesma marque um foco de resistência da Universidade na própria Universidade. Abraços Curitibanos,
Abdala

Las facultades SPEI auspician la semana de los cafés


La Casa Warat se complace en anunciar a las facultades SPEI como nueva habitante de la casa, lo que implica: 1) que se será instalada una casa Warat en las instalaciones de las facultades SPEI, en Curitiba 2) las referidas facultades emitirán un certificado equivalente a un curso de 20 horas de posgraduación por la participación en los cuatro cafés básicos de la inscripción.

Bienvenida a la Casa y agradecemos la colaboración.

Esperamos que en breve las facultades SPEI cuenten con la Facultad de Derecho Luis Alberto Warat en funcionamiento y en la convocatoria del vestibular.

27 de abril de 2009

Ideas al viento


Teatro del Oprimido y el circo del Amor


Augusto Boal y Cecilia Boal fueron uienes me revelaron,hacemuchos años ,la importancia del Teatro en la construccion y recuperación de la dimensiones sensibles de nuestra subjetividad Ellos crearon el Teatro del oprimido ,(con anterioridad el teatro de Arena que se presento,también con gran suceso en Buenos Aires ) del Teatro del oprimido surgieron despuéselArco iris del amor y el teatro legislativo.

En los años noventa hicimos un gran seminario del Amor en Curitba y como consecuencia ceamos el Circo del amor, que funcianoria en la antigua carcl de Curitba renominada como Palacio de la Libertad De alli, que seri un espacio para las artes con funcionamiento las 24 horas del dia ,saldria cada 40dias el Circo del Amor que recorreria el interior de Parana discutiendo el amor com los asistentes a las funciones en medio del clima circense .El proyecto esuna asignatura pendiente,que quiero en cualquir momento retomar.La asignatura quedo pendiente por que el gobernador electo nombro otro secretario de Cultura ,que no asumio un proyecto de un concurrente al cargo

Ayer ,en Curitiba ,me acorde de todo eso ,cuando vi en la TeSenado una vieja entrevista a Augusto Boal ,registrar aqui algunas de las cosas que le escuche decir.
La primera afirmacion que me sorprendio fue la division del pensamiento en dos tipos:pensamiento sensible o sensorial y el pensamiento simbolico El bebe cuando nace recibe un choque de sensibilidad impresionate, qe lo situa no mundo e comienza a entender e a comuncarse colos otros a partir de lo sensible ,nuestra comunicacion originaria es la sensible .Luego surge la simbolico POR MEDIO DE LAS PALABRAS QUE FUNCIONAN SIEMPRE COMO ELEMENTOS DESTRUCTORES DEL PENSAMIENTO SENSIBLE El teatro para Boal es la mejor arme para la recuperacion de las formas sensibles del comprender el mundo y a los otros.


24 de abril de 2009

Juez se indaga sobre la justicia hedonista

Una vez más Gerivaldo me emociona.
Quedé absolutamente conmovido al percibir que un magistrado se sensibilizó por las posibilidades de una justicia hedonista. Espero que podamos dialogar de blog a blog y organizar algunos cafés para discutir sobre esta modalidad de justicia que sospecho, junto con Manuel Gómez Camargo, puede transformar radicalmente la concepción de derecho que nos tiene prisioneros desde hace varios siglos.



Esta indagação inicial de Warat, no Café filosófico sobre a filosofia de Michel Onfray, me deixou encabulado durante todo o final de semana e assim permaneço para o feriado...
Yo comencé con una pregunta que me pareció importante:

¿Puede existir una justicia hedonista y en que condiciones?

¿Podemos adherirnos a una justicia de ese tipo?

La justicia vinculada a la aplicacion coercitiva de normas por los organos del estado puede praticar ese tipo de justicia?

Ademas lo que llamamos hedonista tiene que ver con el concepto psicoanalitico de hedonismo o el de Epicurio o Onfray. El concepto que Onfray extre de Epicurio, por su vez difiere del hedonismo de Diogenes o los filosofos cinicos de los promordios griegos .
Onfray enumera propiedades para el Hedonismo de Epicurio bastante particulares:

Ternura, solidariedad, amor, don, solicitud , dsponibilidad para el otro, etc Valores nada egoistas.

Una justicia basada en esos valores es la que yo y la casa Warat pretende desarrollar. Por el momento nos parece que una justicia basada en esos valores no seria posible en el seno de la justicia Estatal.

Tendriamos que pensar en una Justicia popular, comunitaria, una justicia interior a las relaciones moleculares. Tendriamos que pensa en una justicia molecular. Esa es una de las conclusiones del II encuentro sobre Onfray y una de los caminos que el seminario se propone recorrer, espero que nos acompañen.
No tengo duda que tamaña justicia hedonista, y en eso coincido con Manuel Gomez Camargo revolucionara la concepcion y el objeto del derecho del mañana.
Espero los intelocutores, el Blog esta a su espera.
Gracias! Warat.

ps. Os erros de digitação são do original

22 de abril de 2009

Material enviado por Pedra de Raio una de las instituciones que habita nuestra casa


A BAHIA PÓS-DURBAN
Segunda-feira, 20 de Abril de 2009 17:22
De:

"Sergio Sao Bernardo" Elementos para pensar um modelo de desenvolvimento e igualdade para a Bahia

A Bahia desponta como um dos estados da Federação que possui altos índices de desigualdade, pobreza e racismo. Nas últimas décadas, nosso estado experimentou um modelo de desenvolvimento fundado numa concepção modernizadora com forte componente conservador e concentrador de renda. O retrato atual é um estado repartido e fragmentado, decorrente da lógica monocultural instituidora de identidades plasmadas em verdades e mitos que fomentam o desenvolvimento econômico desigual e injusto. Este texto visa refletir sobre a possibilidade de um desenvolvimento multicultural, atrelado à necessária tendência de construir arranjos estatais e privados que ponham em diapasão os desideratos do desenvolvimento e da igualdade. Posto que não há igualdade sem preservação de diversidades e identidade.
A história da Bahia, como no restante da Federação, reduziu-se a uma eterna promessa de Estado republicano e democrático que parece nunca ter chegado ao cotidiano da maioria da população. Por muito tempo, foi marcada por práticas de governos assistencialistas e relações opressivas em escala local. Ocorre que, na circunstância atual, as teses universitárias, os programas de governos, e as políticas internas das empresas privadas pautam a globalização e a pós-modernidade como centro das relações travadas entre ente público, empresas, e indivíduos. Eis que surge um novo modelo de desenvolvimento que deverá pautar as contradições étnico-culturais e as relações discriminatórias como dilemas que barram o crescimento da economia. O tratamento estratégico da questão étnico-racial, em conjunto com a participação política, a inclusão social e a democratização da riqueza, arma uma poderosa estratégia para o desenvolvimento do Estado.
Mangabeira Unguer, Ministro de Estado, desestimula o contraste entre orientação de mercado e direção governamental, e propõe organizar o pluralismo econômico, político e social, descentralizando a economia de mercado e superando velhos antagonismos. Para ele, setores emergentes, principalmente do nordeste brasileiro, podem protagonizar o ideário da justiça social e do crescimento com distribuição de renda.
Milton Santos (2001) e Mariategui (1928), em tempos e lugares distintos, já nos alertavam para a globalização homogeneizada do capitalismo tardio que molda rostos encarnecidos da umedecida negrura em sorrisos brancos e de olhos azuis republicanizados para todos. As diversas civilizações que compõem o cenário da desigualdade baiana precisam alcançar produtos razoáveis de convivência impondo a necessidade de não se confundir diferenças culturais e civilizatórias com arremedos institucionais de inferioridades e subalternidades.
Todos, seja o poder público ou privado, acabam pagando muito mais caro pela manutenção da ordem social sob as bases das desigualdades. Pois, os gastos com saneamento básico, educação, habitação, são, por exemplo, eixos básicos de políticas públicas que se ocupam em igualar os índices dos diferentes grupos sociais e raciais - pobres e negros ou ricos e brancos. Enquanto isso, experiências de gestão, tais como o “empreendedorismo social” tem demonstrado certo interesse com a responsabilidade social e a instituição da diversidade como garantidor de igualdades.
No Estado da Bahia, foram identificados pelo atual governo 26 territórios de identidade, que podemos entender como uma classificação geopolítica estratégica. Esta faz parte de um modelo de gestão pública que prega a diversidade e entende que só é possível haver integração regional quando aspectos individuais e culturais de um povo são levados em consideração na implementação das políticas públicas de desenvolvimento local. A recente criação do Núcleo de Desenvolvimento dos Territórios, denominado desafiadoramente de Milton Santos pelo governo do estado, pode se constituir numa esfera pública eficiente para pensar o futuro da Bahia.
A função igualitarista do Estado vem orientando as políticas públicas de igualdade racial e seguridade social, em nome de valores republicanos e democráticos, herdados do liberalismo e da social democracia que, agrupados sob um socialismo real reinventado, buscam um paradoxal atendimento universal e afirmativo de direitos. O que teria sido a agonia da tradição liberal, hoje, incentiva uma esquerda que revisita aspectos pragmáticos de uma inacabada utopia socialista.
Na correnteza destas ações com foco na responsabilidade social, temos o PAC, um programa do Governo Federal com recursos estimados de 24,7 bilhões de reais até 2010 - após 2010, 27,7 bilhões para o programa de desenvolvimento da Bahia. Este programa investe somente em logística 8 bilhões de reais (em acesso a energia elétrica/transporte de massa/sistema de esgotamento sanitário/despoluição da baia de todos os santos/aumento da oferta de água); em energética 13 bilhões (usinas/gasodutos/petróleo/refino) e mais 6 milhões em políticas social e urbana.
Os gastos com orçamento público devem também ter no seu escopo, como política transversal, a inclusão social e a preservação da diversidade cultural e étnica de uma população, pois não há como se pensar em desenvolvimento econômico de um Estado sem um resultado exitoso com altos índices na qualidade de vida dos beneficiários diretos dos projetos e programas.
A questão é como a maioria dos grupos vulneráveis participarão deste quinhão? Qual a contrapartida das empresas envolvidas na promoção social das populações localizadas nas regiões onde serão desenvolvidas tais obras?
Pois bem, é neste cenário, na busca de um modelo de desenvolvimento sustentável, por exemplo, que surgem projetos e iniciativas como a lei do Estatuto da Igualdade Racial do Estado da Bahia, de autoria do Deputado Walmir Assunção, um programa legislativo global com vistas a conformar uma política pública de longo alcance a uma parte excluída do bem público. Neste, são enfrentadas as questões dos conflitos que envolvem os povos e comunidades tradicionais, pela busca de seus direitos à moradia, saúde, educação, religiosidade, acesso à justiça, etc.
A polemizada Conferencia de Durban, realizada na África do Sul em setembro de 2001, e a sua revisão ocorrida no Brasil em 2008, para debater as diversas formas de racismo, xenofobia e intolerâncias correlatas, trouxeram proposições e medidas para se combater o racismo. O Brasil bem que poderia dar um exemplo ao mundo, através da Bahia, priorizando a implementação de suas resoluções.
Amartya Sen, vencedor do prêmio Nobel da Economia em 1998, sentencia: “O desenvolvimento consiste na eliminação de privações de liberdade que limitam as escolhas e as oportunidades das pessoas de exercer ponderadamente sua condição de agente” (Sen, 2000: 10) - trazendo elementos que nos levam a refletir sobre o princípio da eqüidade – fissurando o Estado em sua trajetória esgotada em universalismos liberalizantes e esquerdizantes. Tratar os desiguais na medida das suas desigualdades para alcançar a igualdade material almejada. Assim, as ações afirmativas, a economia solidária, o micro crédito e a agricultura familiar firmam seus pilares e fornecem alguns dos ingredientes para a fórmula do desenvolvimento sustentável.
Não obstante a isso, os objetivos das metas de desenvolvimento do milênio (erradicar a extrema pobreza e a fome, atingir o ensino básico fundamental, promover a igualdade entre os sexos e autonomia entre as mulheres, reduzir a mortalidade infantil, melhorar a saúde materna, combater o HIV/AIDS, a malária e outras doenças, garantir a sustentabilidade ambiental, e por fim, estabelecer uma parceria mundial para o desenvolvimento) demonstram serem grandes os desafios ante o cenário que percorre a contramão do desenvolvimento e do senso de igualdade social e racial.
A alternativa de convivência com a diversidade e os altos índices de desigualdade parecem ainda mais urgentes no Estado da Bahia. A programação do orçamento público deve também ter no seu escopo a transversalidade da inclusão racial e de gênero junto á preservação da diversidade. A velha e nova questão racial precisa ser pautada sob o signo do desenvolvimento e da diversidade como sintoma da verdadeira igualdade. Parece que uma direção socializante e multicultural precisa sobreviver como esboço de múltiplas existências contraditórias neste continente chamado Bahia.

Isso só terá um sentido estruturante se aliarmos a luta contra a cultura científica do racismo com o debate do modelo de Estado e desenvolvimento que defina a estrutura de poder orçamentário envolto numa rede que beneficia a todos e a todas em todas as áreas da atividade humana. A democratização do dinheiro, aliada à luta igualitária são elementos poderosos para promover o desenvolvimento com igualdade.

Sérgio São Bernardo, Advogado, Mestre em Direito Público-UNB, Professor de Direito-UNEB, Presidente do Instituto Pedra de Raio e Coordenador Estadual do Programa Bolsa Família-Sedes.

Sérgio São Bernardo
Instituto Pedra de Raio - Justiça Cidadã
http://www.pedraderaio.org.br/
sergiosaobernardo.blogspot.com

21 de abril de 2009

Teato filosofico con literatura


Uno de mis compañeros de ruta en los ultimos veinte Anos Willis Santiago Guera, ns consideramos,ademas hermanos no sanguinios,sino en adopcion reciproca, realiza en Sao Pablo este proyecto, que yo paeticularmente deseo lo adopa a las modalidaes de laCasa WaratVoy anegociar con el el projecto

TEATRO FILOSÓFICO
(COM LITERATURA)
Filosofia em jogos de leituras dramáticas:
Filosofia & Literatura Teatralizadas

“(...) o teatro dá realce a atos e palavras que no ambiente da vida ordinária passam despercebidos, sem contornos, sem força (...) e fazendo-as destacar-se frente a fundo novo, em relação ao qual cobram consistência nova, sentido autônomo”.
Juan David García Bacca, filósofo espanhol.

PROJETO: Kafka – contos de fadas para cabeças dialéticas


Apresentação



A proposta foi desenvolvida (e encontra-se ainda em franco desenvolvimento e expansão, por seu caráter radicalmente experimental) para abordar textos de conteúdo filosófico, de preferência da literatura universal, através do jogo de leituras dramáticas. Assim, não se trata de encenação, mas sim, de extrair dos textos sua carga dramática através da palavra, fazendo viver, de maneira coletiva e no próprio corpo, idéias abstratas lançadas no papel.

No projeto atualmente em execução no Centro Cultural Aúthos Pagano, da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, o autor enfocado é Franz Kafka, em 5 séries com 4 jogos de leituras dramáticas cada (10 encontros), tendo como enfoque e objetivo desvelar os textos escolhidos através de duas abordagens complementares: a filosofia e o teatro. Sob a orientação de Willis Guerra, filósofo e jurista, com experiência de vinte e cinco anos no ensino superior (atualmente, Professor Titular do Centro de Ciências Jurídicas e Políticas da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro e convidado nos cursos de Mestrado e Doutorado em Filosofia do Direito da PUC-SP), e de Fabianna Serroni, atriz com experiência em direção de atores (atualmente, pela segunda vez, atuando junto ao Grupo de Teatro Oficina, fundado por José Celso Martinez Correia), estabelece-se o confronto filosófico e dramático com o intrigante e instigante universo do Autor em questão, mostrando sua convergência com o nosso, atual, tanto no plano individual como no coletivo – local e universal.

A opção pelo autor, um dos mais festejados da literatura do século XX, deve-se à qualidade de seus textos, de um modo geral, o que é sobejamente reconhecido, mas também, especificamente para o trabalho tal como aqui proposto, conforme demonstrado em experiências anteriores, pois efetivamente se prestam a estimular uma reflexão filosófica dos participantes na oficina, através da encenação teatral.

Dentre os textos da obra fragmentária obra kafkaniana, a opção feita foi por alguns dentre os textos-curtos, breves narrativas, Erzählungen, muitas vezes contando com apenas um pequeno parágrafo, de grande densidade cognitiva, tanto que o consagrado filósofo e crítico literário, Walter Benjanim, um dos primeiros a reconhecer o valor dessa obra, os denominou de “contos de fada” (Märchen) para cabeças dialéticas (cf."Franz Kafka. A propósito do décimo aniversário de sua morte", in: Magia e técnica, arte e política: ensaios sobre literatura e história da cultura. Walter Benjamin, Obras escolhidas, vol. 1, trad.: Sérgio Paulo Rouanet, São Paulo: Brasiliense, 1996, pp.137-164). E nesse mesmo texto, publicado por ocasião da primeira década de falecimento de Kafka, Benjamin anota que toda sua obra “representa um código de gestos, cuja significação não é de modo algum evidente, desde o início, para o próprio autor; eles só recebem essa significação depois de inúmeras tentativas e experiências, em contextos múltiplos. O teatro é o lugar dessas experiências”. É que Kafka percebeu o quanto padecíamos – e padecemos ainda, cada vez mais - da alienação do próprio corpo, por força das idéias, em que tendemos cada vez mais a nos tornarmos, deixando de ser reais.

Através do trabalho com esses textos, pretende-se facilitar, por meio de sua vivência pela dramaturgia, uma percepção mais aguçada de questões fundamentais da atualidade, nas áreas de filosofia social (Comunidade, A prova), política (“O abutre”, “Pequena fábula”), jurídica (“Diante da lei”, “Sobre a questão das leis”, “Advogados”) e existencial (“Desejo de se tornar índio”, “A ponte”, “A partida”), bem como de ontologia (“Sobre as parábolas”, “As árvores”), epistemologia (“O pião”), ética (“Desista!”), inclusive bioética (“Um cruzamento”), dentre outras. Isso quando não corresponder, simplesmente, ao objetivo original da filosofia, que é buscar, anelar, desejar (phylein) o saber (sophia), como em “A próxima vila”. A tradução dos textos, de suma importância pelo que contém já de interpretação de seu conteúdo e de indicação do ritmo de leitura, é feita diretamente do original, pelos proponentes, confrontando com outras já existentes, entre nós.

No que diz respeito ao trabalho propriamente dito, tem-se que, inicialmente, será feita uma explanação geral sobre o Autor, sua vida, obra, feitos e efeitos, enquanto ao iniciar o trabalho com cada um dos textos ele será situado no contexto da obra e época histórica, tanto geral como pessoal, do autor. Ao final de cada sessão, será proposta uma reflexão e expressão do grupo sobre os pensamentos mobilizados, isto é, literalmente, incorporados, pela encenação do texto, sua vivência, o que pode melhor revelar a vivência do autor quando o escreveu, vivência que os antigos já consideravam o requisito mesmo para filosofar: primum vivere, deinde filosofare (“primeiro viver, depois filosofar”).


Justificativa


O curso se justifica pela contribuição que pretende oferecer aos participantes, tanto no que toca o seu aprimoramento cultural, ao fomentar o conhecimento da filosofia, literatura e teatro como também no enfrentamento das condições de vida atual, com sua complexidade e caráter desumanizante, a requerer uma resensibilização, pelo contato com obras, “em ato”, de grande valor estético e gnosiológico, das quais muito nos escapa, quando lidas individual e silenciosamente.


Objetivo Geral

Penetrar a obra de um grande autor da literatura universal, de reconhecida densidade filosófica, a saber, Franz Kafka, estabelecendo um confronto filosófico e dramático com seus textos, de forma a despertar a consciência do mundo, das coisas e de si através do trabalho sobre a expressão de seus conteúdos.

Objetivos específicos

- Realizar um conjunto de jogos de leituras dramáticas, divididos em 10 encontros.
- Aprofundar o conhecimento de cada texto por meio da vivência estética, coletiva, de sua carga gnosiológica.
- Desenvolver as aptidões interpretativas dos participantes sob a ótica complementar dessas 2 abordagens: a filosofia e o teatro.


Carga Horária


– Duração de cada encontro: 2 hs.


Metodologia


Os encontros são divididos em blocos com duas sessões cada, iniciando com um de introdução geral, seguido por outros distribuindo por temática os textos, divididos da seguinte maneira:

Abertura - 1a. Sessão, Comunidade (Gemeinschaft), Posêidon (Poseidon); 2ª. Sessão, Diante da lei – Ante(s) (d)a Lei (Vor dem Gesetz), Prometeu (Prometheus).

1) Ontologia e Epistemologia – textos: 1.a Sessão, Sobre as parábolas – símiles – comparações – alegorias (Von den Gleichnissen), A próxima vila (Das nächste Dorf); 2a. Sessão, As árvores (Die Bäume), O pião (Der Kreisel).
2) Metafísica (ontologia) e Filosofia existencial – textos: 1a. Sessão, Desejo de virar índio (Wunsch, Indianer zu werden), A ponte (Die Brücke); 2a. Sessão, A partida (Der Aufbruch); A verdade sobre Sancho Pança (Die Wahrheit über Sancho Pansa).
3) Filosofia social e Ética – textos: 1a. Sessão, A prova (Die Prüfung), Desista! (Gibs auf!); 2a. Sessão, Um cruzamento (Eine Kreuzung) Nas galerias (Auf der Galerie).
4) Filosofia política e do Direito – textos: 1a. Sessão, Pequena fábula (Kleine Fabel), O abutre (Der Geier); 2a. Sessão, Sobre a questão das leis (Zur Frage der Gesetze), Advogados – de defesa (Fürsprecher)/O novo advogado (Der neue Advocat).

Bibliografia:

Franz Kafka, Sämtliche Erzählungen, Paul Raabe (ed.), Frankfurt am Main: Fischer Verlag, 1993.
____________, Narrativas do Espólio, Modesto Carone (trad.), São Paulo. Cia. Das Letras, 2002.
____________, Nas Galerias, Flávio R. Kothe (trad.), São Paulo: Estação Liberdade, 1989.


Dinâmica aplicada (2 hs):

- aquecimento vocal e físico: disponibilizar o corpo e mente para o trabalho (15 min);
- escolha do texto: primeira leitura dos textos previstos, com sugestões sobre o “lugar” que ocupariam na visão de mundo do autor (30 min);
- jogo de leitura dramática: leitura dramática dirigida, onde a interpretação teatral será explorada (1 h);
- avaliação: discussão de dificuldades e conclusões descobertas com o trabalho (15 min).



Público Alvo



Interessados nas áreas do conhecimento envolvidas, bem como em teatro e em expressão oral de um modo geral, sem necessidade de formação prévia.

Mínimo: 6 pessoas

Máximo: 10 pessoas.




Estrutura Necessária


Sala com apenas o nº de cadeiras dos participantes, sentados em círculo.


Investimento


A ser negociado na medida do interesse demonstrado pela organização.


Proposta especial para a FLIP/2009:

Além de oficinas a serem ofertadas, com base na proposta aqui esboçada, uma proposta especial para a FLIP seria a de realizar um trabalho para um número indefinido de interessados, que atendessem ao chamado feito em cartazes espalhados pela cidade de Paraty e adjacências, com os mesmos dizeres daqueles que constam do fragmento “O Teatro Livre de Oklahama”, pertencente ao (primeiro) romance de Kafka, “América” ou “O Desaparecido”, convidando todos os interessados a participarem do Teatro, independentemente de serem ou não artistas, para contratação com base na ocupação e profissão que já exerçam. Daí, para realizar o trabalho nessas proporções, seria necessário um espaço aberto de dimensões compatíveis. Aqui faz-se necessário algum investimento na compra de adereços, o que poderia se buscar obter junto a restaurante, pousada e/ou estabelecimento comercial de Paraty que tivesse interesse em ter sua marca vinculada (e divulgada) pelo evento

Contatos:

Email: willisguerra@hotmail.com & fabiana.serroni@gmail.com

Celulares: (11) 7676.1211 – Willis & (11) 8952.1962 - Fabiana

20 de abril de 2009

Saldos del Barbero




El sabado realizamos el cafe filosófico sobre los Libertinos. Como siempre quedara en la memoria selectiva de la Casa, esa onda de afectividad que va siendo nuestra marca identificatoria.

Buscando un saldo entre los dos encuentros, el del Jueves en la Fundación Proa y el del Sabado en la Barberia me gustaria comentar:


Primero que todos nosotros no tenemos todavia en claro las diferencias entre el Cafe filosófico y un grupo de estudios.

Un grupo de estudios, con gente que se reune para discutir un autor, no puede navegar en el espacio de los seminarios, conforme sus devaneos del momento.
Si bien un autor no tiene el dominio personal del sentido del texto ,ni su subjetivdad determina el sentido exclusivo del texto; tampoco el texto tiene una una independensia petrea de sus significaciones,Si bien el acento debe ser puesto en lo que el texto sugiere al lector como sentido,es evidente que no se puede interpretar cualquier cosa.

Existe un centro de gravedad significativa que mantiene en equilibrio el texto y asegura la ida y vuelta de los devaneos .En ese punto David Kronzonas tiene toda la razòn y en los seminarios sobre Onfray avanzamos poco en terminos de la profundidad de ideas que se pueden extraer de la lectura de los textos de ese autor.

Existe mucha participación colectivas y muy poco Onfray. Me recuerda los encuentros de estudio sobre Kelsen ,u otros autores, que haciamos en el Instituto de Filosofia de la UBA. Eramos mas de doscientas personas que nos reuniamos para pensar Kelsen y unificar las apreciaciones.Terminamos, después de largos años y de la muerte de Gioja con un texto casi consensuado por el grupo, que Vernego tuvo la oportuna idea de publicar con el nombre de Teoria general del Derecho, en instrucción programada, su teoria.

Claro que no se puede exagerar a punto de convertir un grupo de estudios en un texto de instrucción programada, con preguntas y respuestas, o programadas y que nos formatan en la alienacion comprensiva .


El café apunta, por el contrario, al encuentro de sensibilidades, de aromas de juegos de complicidades y diferencia, de creatividades, de producir una idea en comunidad, en estado de Alteridad , entre todos, aunque cada uno pensara diferente en lo puntos de partida, y las
conclusiones. En el medio más que silogismos y falacias predomina el afecto.

Esto lo tratamos de buscar desde la fundaciòn de Almed. Sentir el conocimiento es una cosa grandiosa, es encontrar un camino paralelo, una puerta entreabierta del afecto.
Eso no tiene precio y no da rebancho. Un ejemplo la gente, y eso Leo lo comento, piensa como se puede aplicar el entendimento del Cafe en relación, por ejemplo a los libertinos.

No se trata de saber que pensaba realmente Sade o cual es el sentido de Sade para su época y su perdurabilidad. En el cafe lo que importa es que todos los participantes sientan que es ser libertinos, ser todos libertinos y pensar la vida hedonisticamente.

También dentro de la Casa Warat existen los observatorios, los laboratorios los ciclos de cine o teatro, todos con modalidades y hábitos diferentes que se torna necesarias. Cada uno de ellos tiene sus modalidades particulares, en otro momento seguimos.
Un abrazo

17 de abril de 2009

Superamos todas las expectativas del cafe sobre Onfray y la organizacion de la Casa Warat


Parece mentira dame una cachetada para ver si despierto



Pensar que no hace mas de dos meses que empezamos a pensar en la Universidad del Cafe ,que luego se transformo en la ULP Universidad popular latinoamericana Y todo crecio de forma vertiginosa.

De repente realizaremos en breve el proximo sueño de la casa propia ,Nuestra casa nòmade.



Hoy el seminario sobre Onfrey supero todas las espectativas y las colocaciones multiples desbordaban niveles de expectativa sin nosotros darnos mucha cuenta.La fundacion tiene un cafe digno del siglo XXI,un cafe donde algunos participantes se sintieron incomodos y con Saudades de la vida liberada.

Pero fue común y maravilloso discutir la perdida de l dignidad humana en medio de vasos de champagne y el miedo por ser nuevamente consumido por los objetos




Yo comencé con una pregunta que me pareció importante. ¿Puede existir una justicia hedonista y en que condiciones ?,¿podemos adeherirnos a una justicia de ese tipo?.La justicia vinculada a la aplicacion coercitiva de normas por los organos del estado puede praticar ese tipo de justicia?.

Ademas lo que llamamos hedonista tiene que ver con el concepto psicoanalitico de hedonismo o el de Epicurio o Onfray.El concepto que Onfray extre de Epicurio, por su vez difiere del hedonismo de Diogenes o los filosofos cinicos de los promordios griegos .

Onfrey enumera propiedade spara el Hedonismo de Epicurio bastante particulares:


Ternura, solidariedad, amor, don, solicitud , dsponibilidad para el otro, etc Valores nada egoistas.
Una justicia basada en esos valores es la que yo y la casa Warat pretende desarrollar. Por el momento nos parece que una justicia basada en esos valores no seria posible en el seno de la justicia Estatal.
Tendriamos que pensar en una Justicia popular, comunitaria, una justicia interior a las relaciones moleculares. Tendriamos que pensa en una justicia molecular.
Esa es una de las conclusiones del II encuentro sobre Onfray y una de los caminos que el seminario se propone recorrer, espero que nos acompañen.


No tengo duda que tamaña justicia hedonista, y en eso coincido con Manuel Gomez Camargo revolucionara la concepcion y el objeto del derecho del mañana.

Espero los intelocutores, el Blog esta a su espera.


Gracias! Warat

16 de abril de 2009

Café de abril



Casa Warat presenta:







Café filosófico en La Boca



Sábado 18 de abril


10:30 hs. Café filosófico

Tema: Filósofos libertinos. Marqués de Sade


Coordinación: Profesora Rebeca Adorno.
Universidad de Goiana - Brasil.

Abogada. Master en Ciencias Penais de La Universidade Federal de Goiás, pos-graduada em Criminologia y derecho tributario. Professora de la Facultad de Direito UFG. Actualmente Coordinadora del Curso de Direito do Campus Cidade de Goiás y ejerce la subcoordinación del NEP Núcleo de Estudos e Pesquisas da FD- UFG.



Lugar: Restaurante La Barbería

10:30 café, a partir del mediodía: almuerzo, tango y confraternidad.

Lugar: Pedro de Mendoza 1959.




Confirmar asistencia a: centrodeestudoslaw@yahoo.com.br


Los esperamos!!!.






.

13 de abril de 2009

Material para el taller de Onfray jueves 16 hs

CASA WARAT presenta:




2do. Taller sobre pensamiento de Michel Onfray

Fundación PROA

Pedro de Mendoza 1929 - La Boca, Buenos Aires.

Jueves 16 de abril - Atención!!! =>16 hs




Temas:



> La Potencia de existir

> La comunidad filosófica




-------------------------------------------------

Material II


LA COMUNIDAD FILOSOFICA
Manifiesto por una Universidad Popular
Michel Onfray




-La edición original:
La communauté philosophique
Editions Galilée, 2004.

-Traducción:


LA COMUNIDAD FILOSOFICA
Manifiesto por una Universidad Popular

Gedisa, Barcelona, 2008







Este libro tiene una introducción y dos partes:



-Introducción:

Onfray propone en esta introducción el fundar comunidades nómades, basadas en la amistad y un acuerdo de partes, que más allá de su potencialidad, sea un microespacio de resistencia y acción.

FUNDAR

“Aspiro a un nuevo …tipo de Jardín nómada, portátil, móvil, llevado consigo ahí donde uno esté. Un jardín virtual, cuyos efectos sean reales…de resistencia, de oposición y de vida alternativa al mundo trivial”

“…jardín proviene de oasis…”

“Epicuro propone una comunidad filosófica construida sobre la amistad: la filosofía no es exclusividad del gobierno de los otros, sino de quien sólo aspira al gobierno de sí mismo. No un poder sobre los otros, sino una potencia sobre la construcción de sí mismo mediante la cual también se realiza el grupo”

“Un encuentro filosófico, una conversión existencial, una decisión voluntarista, un trabajo sobre la consistencia de nuestro propio ser y la emergencia de una subjetividad: eso es lo que supone el contrato filosófico”

“La filosofía política de Epicuro se concentra en tres máximas que afirman:
1-el derecho no existe en sí mismo, sino en relación con la adopción de un contrato-2-en virtud de un derecho natural, cada cual reconoce lo que es útil para evitarse perjuicios mutuamente-3-No hay daños ni injusticia sin un contrato que haya sido adoptado previamente. Con estos tres principios se puede construir una comunidad hedonista donde se persiga lo que permite aumentar la alegría de ser…la meta? Lograr esta satisfacción suprema: el puro placer de existir”

“La elección construye la amistad, virtud mayor y cardinal de los Epicúreos: se destaca más por sus potencialidades que por lo que produce efectivamente…”

“La comunidad debe evitar la trampa mayor: el encierro geográfico, la localización precisa en el espacio, el funcionamiento sedentario que desemboca rápidamente en la secta conducida por un gurú…debe ser abierta, móvil, dinámica…nómade”

“Una micro sociedad para micro resistencias. Una utopía concreta-en el espíritu de E. Bloch- tejida de redes tan invisibles como la energía eléctrica, pero creadora de zonas de densidad y eficacia”

“Las revoluciones a la manera antigua se han vuelto imposibles en la historia posmoderna. En lugar de esa esperanza abolida queda lo que Deleuze llama el devenir revolucionario de los individuos…si un cambio es posible es por microcapilaridad…revoluciones nómades, transmigrantes, parcelarias, puntuales, capaces de inducir reacciones en cadena, revoluciones microscópicas…revoluciones posibles hic et nunc”



-Primera Parte: Miserias de la Filosofía

En esta primera parte, Onfray se refiriere a la filosofía dominante, auxiliar del poder y funcional al sistema, transmitida por “reproductores”, sin capacidad de crítica, de innovación y de incidencia en la vida cotidiana

LEGITIMAR-INSTITUCIONALIZAR-ESCOLARIZAR-DEFORMAR

“La antigüedad propone una definición sencilla de filósofo que yo hago mía. Se trata de una actividad reflexiva y de meditación que da lugar a una existencia en consecuencia…Teorizar…pero únicamente en función de transfigurar la vida, de operar una conversión netamente identificable en lo cotidiano”

“…se podría bautiza como conversión la operación mental mediante la cual se abandona un estado de existencia-la vida mutilada- por otro estado al que se aspira-vida filosófica”

“En la antigüedad, un filósofo lo es porque su vida lo muestra…también hacen falta acciones, palabras, pensamientos que prueben la adecuación de una interioridad y de un modo de ser en el presente…la prueba del filósofo es su vida filosófica. ¿Su legitimación? Su comportamiento, la congruencia de sus palabras y sus actos. Cuando más estrecha es la distancia, más es su derecho a merecer el epíteto”

“…cuando la filosofía pasa a ser la disciplina que legitima las prácticas efectuadas en nombre de Jesucristo en un Imperio en el que el poder espiritual sirve a los intereses del poder temporal. El filósofo es auxiliar ideológico del poder”

“(Las ideas) no apuntan a la aplicación propia y personal, al compromiso de sí mismo, por que dictan leyes y formulan imperativos parta los otros. Es el nacimiento de los dadores de lecciones”

“.. de Erasmo a Nietzsche, pasando por Montagne y Schopenhauer, o bien por Spinoza, perdura la sabiduría práctica y la definición del filósofo, como maestro en el arte de vivir mejor o del bien vivir”

“No hay pensamiento, no hay tesis y evidentemente, no hay posición crítica, no hay propuestas éticas, ontológicas, no hay alternativas políticas, no hay utopías, no hay mundos nuevos. Hay un juego algo lúdico y lentejuelas; el mundo, de la telerealidad ha tomado la filosofía como rehén”

“Desde Sócrates en el ágora de Atenas hasta los mercaderes liberales de la filosofía liberal, el filósofo ha cambiado a menudo sus vestimentas. Pero a grandes rasgos, dos líneas de fuerza atraviesan este continente plural: una remite a los filósofos aficionados al poder; la otra, a los que lo resisten”

“Evidentemente manuales, historias y enciclopedias proponen un mismo potaje fabricado por lamentables cocineros ¿Cómo esperar una visión inédita? ¿Propuestas innovadoras? ¿Enfoques nuevos? ¿Perspectivas inesperadas?”

“A la tradición idealista y platónica se le agrega un tropismo europeocentrista y para decirlo claramente, de piel blanca.
Porque razón recurrir a estas prácticas de falsificador? Para enjaular esta disciplina potencialmente peligrosa y reducirla sólo a los filósofos útiles a la reproducción del sistema”

“La libertad vigilada de las filosofía dentro del perímetro escolar se concreta directamente mediante decisiones técnicas avaladas por los gabinetes ministeriales”

“Una administración platónica. ..cree que la excelencia de lo real se mide según la distancia más o menos grande que haya con respecto al concepto…Es evidente: lo real ignora todo de lo ideal”



Segunda Parte: Elevar la Filosofía


Aquí Onfray presenta la Universidad Popular como un espacio privilegiado para restaurar la filosofía. Hacer de esta un lugar desde donde, se elaboren cartografías que orienten a un pensamiento libertario y a la construcción de individuos soberanos que se construyan a sí mismos y desde sus grupos encarnen verdaderas revoluciones moleculares

AMPLIAR-ELEVAR-INNOVAR-REALIZAR

“La ampliación de la filosofía supone un regreso al aire libre, lejos de la atmósfera confinada de las celdas en la que la historiografía oficial y la escolarización de la disciplina la mantienen desde hace demasiado tiempo”

“En la práctica administrativa, académica y oficial de la filosofía, la memoria se impone sobre cualquier actividad reflexiva, cualquier pensamiento crítico y cualquier análisis libre”

“La historia de la filosofía merece que nos detengamos en ella sólo si permite ser filósofo en la vida cotidiana del tercer milenio”

“...se practica una filosofía gobernada por la tanatofilia...en la antípodas del arte de vivir presupuesto por todos los filósofos antes del advenimiento del cristianismo oficial”

“Contra la práctica incestuosa de la filosofía, aquí van algunos remedios: proceder a la mezcla; a contrapelo de la endogamia, practicar la exogamia; para terminar con la sociedad cercada, producir una sociedad abierta, buscar la glosa del mundo; para ir más allá del especialista, anatomista del cuerpo frío de la historia de la filosofía”

“El nihilismo de nuestra época exige sentido...la ausencia de un discurso dominante...deja a mujeres y hombres a la espera de una significación convincente sobre las cuestiones éticas, existenciales y políticas”

“El deseo de filosofía busca la resolución de problemas precisos: la relación de sí mismo con sí mismo, de sí mismo con los demás y de sí mismo con el mundo. Dicho de otro modo, preocupación por la propia construcción, necesidad ética y necesidad de encontrar un lugar en lo real”

“La primer tarea es cartografiar los territorios...Así la filosofía se enseña del modo como se hace un mapa. Luego se entrega una brújula y se invita a cada uno a dibujar su ruta, a inventar su propio camino. El filósofo no toma de la mano, sino que entrega los medios para llevar a cabo una marcha solitaria: no se hace el trayecto del otro, no se puede filosofar en su lugar, así como tampoco se puede vivir, sufrir o morir en lugar del otro”

“La filosofía pertenece a quienes se adueñan de ella...el deseo de filosofar basta para justificar un acercamiento al continente...el deseo se sostiene, vale...pesa si da lugar al placer de hacerse paso a paso, de elaborar un propio proyecto y de construir hasta donde se pueda, una identidad que se sostenga”

“Ese deseo y ese proyecto exigen un destino...la vida cotidiana se vuelve cada vez más tensión hacia una vida filosófica. No hay filosofía sin destino filosófico, o sea sin biografía filosófica”

“La gran traición esquizofrénica del profesor que enseña durante los horarios de clase algo distinto, incluso contrario, a su práctica, una vez que su prédica ha terminado”

“...el defensor de la filosofía existencial no tiene nada que perder: su excelencia no está confinada al discurso y el verbo...el lenguaje es sólo un medio para lograr... el efecto producido en una vida cotidiana...El verbo no marca el fin y los límites de su trabajo, sino el principio”

“Traducir el lenguaje filosófico permite mostrar que a menudo éste no es sino un cortina de humo para esconder las ideas más simples”

“Todos nacemos filósofos. ¡Qué es esa naturaleza? Una propensión a cuestionar, a interrogar, a preguntarse porque, cómo de qué manera”

“Al constatar repetidamente que sus preguntas quedan sin respuestas, e incluso molestan y cansan a los padres, la llama de los niños se apaga sola. Ya nada les plantea problema, el asombro desaparece...Aquello que producía curiosidad deja de inquietar la inteligencia...”

“El filósofo muere, y adviene el adulto- caracterizado por una notable propensión a no pensar para así obedecer mejor el movimiento del mundo.
A esta derrota de los padres se le puede sumar la aportación de una escuela que busca algo muy distinto a volver curiosos e inteligentes a los niños”

“..no cabe buscar la inteligencia, sino la memoria, no una cultura socrática de la pregunta, sino una costumbre escolar de la respuesta”

“El pedagogo libertario trabaja en función de hacerse a un lado en términos personales y cultivar la potencia interrogativa de toda subjetividad infantil”

“Filosofar desde la más temprana edad, en el momento fundamental en que es necesario preservar, cultivar y cuidar el talento de los niños para la pregunta”

“Epicuro pensaba...que no hay edad para filosofar: nunca es demasiado temprano, nunca demasiado tarde”

“...la invención de una nueva fórmula: ni a favor, ni en contra de la universidad, ni a favor, ni en contra del café filosófico. De la U. quedémonos con la excelencia de los contenidos, la calidad del trabajo de preparación de los profesores y la propuesta de resultados de una investigación específicamente llevada a cabo para el público; del café filosófico preservemos la libertad de entrar y salir, la ausencia de selección e inscripción, de control y verificación de los conocimientos o de un nivel mínimo, la gratuidad integral...De la Facultad evitemos la esclerosis de una reiteración de la historia de la filosofía sin espíritu crítico, la ausencia de perspectivas profundamente innovadoras, la reproducción del sistema social con contenidos políticamente legítimos, uso del saber como argumento de autoridad y de dominación de clase. Del café mantengamos la lección de no transformar el trabajo de la asamblea en psicoterapia de grupo, en improvisaciones catárticas, en gesticulaciones narcisistas. Si se puede claro”

“Universidad popular... Se trata a la vez de una historia antigua y de una creación reciente. Antigua porque la fórmula histórica nace con el caso Dreyfus (1894)...pero también historia contemporánea. Porque a pesar de todo las UP siguen produciendo una sociabilidad popular alrededor de los intercambios del saber”

“En Contrafuegos, Pierre Bordieu, hacía un llamado al advenimiento de los intelectuales colectivos. La UP hace de esto una posible ilustración. Se trata de que puedan conocerse individuos que se enriquezcan mutuamente en sus diferencias y en sus divergencias, pero que también se completen desde el punto de vista de los contenidos”

“La Universidad clásica funciona sobre la base de la cátedra y no genera simetría, diálogo e interacción con los estudiantes”

“Lo colectivo supone la existencia y circulación de una dinámica: entre el que expone y su público, pero también entre los miembros mismos de la asamblea...La colectividad se propone como un modelo epicúreo: el contrato entre individuos libremente consentido, la libertad de ir y venir, el análisis de la tesis a la luz de las confrontaciones abiertas, la consideración del saber teórico en tanto oportunidad de efectos prácticos”

“El fin de las soluciones colectivas y comunitarias deja pocas esperanzas, salvo para el individuo y las micro sociedades colectivas”

“La perspectiva de la UP no es revolucionaria en el sentido marxista del término, sino libertaria: crea oportunidades de libertad y de liberación personal, ya que sólo la construcción de un individuo radiante, soberano, solar y libertario es realmente revolucionaria”

“Ante el fin de la creencia en la revolución, Gilles Deleuze, anuncia la única salida posible: el devenir revolucionario de los individuos. De ahí el desmontaje de las servidumbres voluntarias, la actualización de lo que él define como una vida mutilada, la propuesta de soluciones libertarias, de cartografías para orientarse en el pensamiento, de técnicas de construcción de sí mismo, de métodos de conocimiento del yo, con el conjunto permitiendo la organización de resistencias moleculares”.

“El poder está en todos lados-MF-y por ende las resistencias deben instalarse allí donde el esté. Ya no hay fascismo franco y neto, estatal, con cascos y botas, visible y expansivo a la manera agresiva, sino micro fascismos, ahí donde se manifiesta la relación entre los hombres, entre los humanos y la sociedad. De ahí las micro resistencias que hay que generar, construir paso a paso: estamos en la era de los archipiélagos de poder; de ahora en adelante se precisan potencias de resistencias archipìélagas…”

“La UP funciona como un laboratorio para este trabajo: ver identificar los flujos negativos y mortíferos de una sociedad, no convertirse en agente de propagación, cortar los circuitos, resistir no ser conductor-en sentido eléctrico de la palabra. El Liberalismo? El capitalismo? Ninguno de los dos existe a la manera platónica: sólo hay agentes capitalistas, situaciones liberales, individuos como correas de transmisión de esas fuerzas oscuras, ocasiones para aumentar o detener la circulación de esos flujos. El mal? No existe fuera de los hechos en los que se encarna. Todas esas son situaciones fabricadas a las cuales al menos, se puede no contribuir”

“Restaurar la Filosofía….en la UP se encuentra otra manera de filosofar, otra definición de la disciplina, una práctica alternativa.
En primer lugar, restaurarla práctica antigua y su preocupación por la conversión, en la perspectiva de una creación de sí mismo, condición primera de todo lo demás”
En segundo lugar, contra la historiografía clásica, (restaurar) la potencia existencial de la disciplina, considerar la producción de efectos en la vida cotidiana concreta, es decir, una vida filosófica.
En tercer lugar… instaurar la gratuidad total de la práctica desde la más temprana edad, sin límites, porque el deseo de filosofar basta para legitimar esta ascesis personal.
En cuarto lugar, …abrir la filosofía a los que les motiva un deseo de apoderarse de ella, sin más perspectiva que la de trabajar sobre sí mismos, progresar para construir su subjetividad, como una mónada soberana.
En quinto lugar, crear UP que mediante un intelectual colectivo, produzca las condiciones de posibilidad de una escultura de sí mismo, de una bella individualidad. He aquí el elogio de las revoluciones moleculares”



Gracias Pepe!

11 de abril de 2009

Cronicas de mi viaje a Curitiba



Regrese hoy despues de una semana de actividades en Curitiba donde di dos conferencias en la federal y en la Facultades Don Bosco, efectué algunos acuerdos y monte los datos que el Ministerio de Educación me solicito para la autorización para funcionar dela Facultad de Derecho Luis AlbertoWarat, en las Facultades SPei de Paraná.

La semana fue rica en novedades:
Fernada Busanello, que sera la coordinadora administrativa, junto con Rebeca Adorno del curso de Derecho LASW na Spei, tuvo una conversación muy interesante sobre su proyecto de Tesis de Doctorado Le sugerí que escribiera sobre la Justicia Hedonista, luego se sumó a la charla Manuel Camargo Gomez, quien apunto una cosa muy importante, que coincido personalmente, La justicia hedonista que coloca al placer como única condición Etica, o sea que establece o inagura juna etico do Goce e una de las mayores cambios revolucionarios que hasta hoy se opero en las concepciones juridicas normativistas desde que ellas se establecieron de la mano del Codigo Napoleón. Esta semana presentán algunos textos en este blog, sobre la justicia hedonista.

Otra buena noticia es que la secretaria de Cultura de Santa Maria inaugurará, con total apoyo de ella, una Casa Warat en ese municipio, coordinada por Albano Marcos Bastos Pepe.

Otra casa Warat funcionara en las Facultades Don Bosco de Paraná Estamos muy orgullosos y conmovidos por esas noticias.

Mañana tambien comenzaré a publicar en el blog las noticias sobre la semana de los cafes filosoficos de Buenos Aires, que sucederan en el mes de Julio.

Un abrazo y buena Semana Santa.

Felices Pascuas.

8 de abril de 2009

Café de abril - Programa

Proximas actividades Casa WARAT


Café filosófico de abril


Tiene como objetivos, construir un archipiélago de reflexiones a partir de la pluralidad de opiniones e ideas.

Se requiere estar abierto a la sensibilidad, al otro y al diálogo. No tiene nada en común a una clase o conferencia dominada por una voz univoca, es lugar en donde todos terminan aprendiendo que filosofar es aprender a escuchar.

Un espacio para crecer en comunidad, dejar que cada uno se exprese a la luz de sus propios pensamientos y sentimientos, una apuesta hacia la multiversidad.



“A construção de lugares para todos, de opções de convivência sustentável, não se consegue com a produção de grandes acontecimentos, senão vivendo um processo permanente de sensibilidade e criatividade para um mundo novo praticando a democracia participativa e protagônica como cultura de respeito à alteridade e a humildade própria; a verdade como o produto de um sintonizador coletivo”

LAW



PROGRAMA


Jueves 16 de abril


16 hs. Tema: Pensamiento de Michel Onfray "La potencia de existir" - universidad popular
Coordina: Nelson Capdepón - Lic. en Filosofía


Lugar: Cafetería Fundación PROA.

Dirección: Pedro de Mendoza 1929, 2do piso.



Sábado 18 de abril


10:30 hs. Café filosófico

Tema: Filósofos libertinos. Hoy Marqués de Sade

Coordinación: Profesora Rebeca Adorno. Universidad de Goiana - Brasil.

Abogada. Master en Ciencias Penais de La Universidade Federal de Goiás, pos-graduada em Criminologia y derecho tributario. Professora de la Facultad de Direito UFG. Atualmente Coordinadora del Curso de Direito do Campus Cidade de Goiás y ejerce la subcoordinación del NEP Núcleo de Estudos e Pesquisas da FD- UFG.


Lugar: Restaurante La Barbería

A partir del mediodía: almuerzo, tango y confraternidad.

Lugar: Pedro de Mendoza 1959.


Confirmar asistencia a: centrodeestudoslaw@yahoo.com.br


Los esperamos!!!



.

6 de abril de 2009

Manifesto para a constituçao da Casa Warat MPL

Primer movimento



Existem hoje em vários países da América Latina projetos de desenvolvimento sustentável elaborados com o objetivo de estimular um despertar profundo da consciência de uma cidadania popular, consolidando a democracia social participativa, e recuperando a dignidade de seu povo, promovendo a re-inclusão sócio-política e a integração regional.

Dentro desse ideal se faz necessário e urgente que se apresentem programas de reformulação profunda da educación o Direito (administração da justiça) e as practicas de convivencia e alteridade , que invista na mundialização solidária, na alteridade ética inclusiva, em formas de convivência não violentas nem criminal, como também na concretização de correspondentes políticas públicas e de participação popular que contemplem a construção e implementação de outra concepção do direito e seus mecanismo de administração e resolução de conflitos.
Inclusive, que considera a posivilidade de uma forma jurídica que posa intervir não so na resolução de conflitos instalados, e posa tamben, intervir na facilitação de encontros entre as persoas e nas comunidades com maior qualidade de vida e de convivência.

O que sempre está pendente à margem do poder é o lugar das pessoas, do povo, o lugar dos que transitam e habitam as ruas. O que a gente precisa como imaginário, como realidade e como simbólico; é o que pode chamar-se de fluxos populares de subjetividade. A cor invisível revela, entre outras coisas, como parte de seu arco cromático, que o que está em questão é a representação, que é sempre um modo de sustentar o poder alheio em benefício próprio. A representação, tanto política como jurídica encobre formas opressivas em nome de aspirações igualitárias. A rebeldia popular abrindo espaços para uma nova concepção da política (do poder) e da Justiça (administração do Direito), que faça da emancipação uma aposta em comum.

A diferença do poder que sustenta e fundamenta a coerção estatal dentro de processos de constituição da convivência popular deve fundamentar-se em outra concepção do poder, como um lugar vazio, onde todos possam manifestar sua voz, dando assim lugar a um poder comunitário que não se impõe, mas que é construído enquanto processo coletivo, onde a força desse poder será a democracia, e onde se lute pela abolição das relações de poder e se aposte na fragmentação e atomização da modalidade neoliberal de organização da sociedade.

Apostando na diversidade dos excluídos que reincorporados ao sistema sócio-produtivo não precisam, de nenhum modo, reproduzir, em um sentido inverso o poder do capital. Mais que a ditadura do proletariado é necessário a rebelião dos excluídos que incrementem sua capacidade de aquisição de conhecimentos e técnicas.

A construção de lugares para todos, de opções de convivência sustentável, não se consegue com a produção de grandes acontecimentos, senão vivendo um processo permanente de sensibilidade e criatividade para um mundo novo praticando a democracia participativa e protagônica como cultura de respeito à alteridade e a humildade própria; a verdade como o produto de um sintonizador coletivo. Nesse ponto surge a mediação como posivilidade de fundamentar uma cultura da alteridade, do encontro, e da participação comunitária ,instando a um dialogo fecundo que tende a excluçao (e a paulatina disminuçaoate atinguir a supreçao) das formas de relações violentas , desprovistas de uma contribuçao efetiva do amor para o encontro

Timidamente, nos últimos tempos no Brasil alguns programas de humanização, que dão suporte a várias propostas de capacitação de operadores comunitários de cidadania e direitos humanos, estão sendo gestados vislumbrando um intercâmbio de cultura e também do sistema jurídico vigente, para que os conflitos sejam tratados considerando, acima de tudo, o ser humano envolvido nele. Uma timidez inventiva (que, não obstante, serve como antecedente valioso) que está gerando uma lei nacional de Mediação.

A participação ativa da cidadania popular e arruaceira na construção de outra concepção de Direito que leve até às últimas conseqüências a idéia de um parlamentarismo e uma administração de Justiça na rua não pode dar-se ao luxo de recuperar alguns vícios normativistas. Ela deve focalizar suas preocupações na construção de formas de convivência que fortaleçam a realização dos indivíduos, fortaleçam sua auto-estima, sua dignidade, e ajudem a aprender a escutar o outro, criando condições para desenvolver uma sociedade mental, física e emocionalmente sã. Uma sociedade sensível ao amor e a alteridade (elementos concretos e plausíveis do justo).

A escola e a administração de justiça, na modernidade ,ou condicionadas pelo paradigma da modernidade, se encontram afetadas por uma escalada fanática de um mercado que já se declarava victoriosa ate a cris do neoliberalismo ocurrida a mediados do 2007 ; vitorioso em sua luta por subtrair do homem o que sempre mais apreciou conquistar: a liberdade de fazer eleições e opções e da comunicarse dailogicamente com os outros.

Um mundo cada vez mais trivial atravessado pela incerteza, que exige a construção de um pensamento complexo – de que o Direito não escapa - permanentemente aberto para o imprevisto, o novo, e para as brechas do incerto. Estou falando e declarando a necessidade de uma concepção complexa do jurídico, a qual proponho denominar: uma cultura da Convivência, do encontro, dos Direitos Humanos ou da Mediaçao (a escolha sematica ainda e sedo para efectuarla).

Em outros termos, o que proponho é passar a conceber o devir atual da modernidade como uma pedagogia de convivência ou do encontro,o que posa levar aos homes aleim dos modos de convivência determinados pelo paradigma moderno, seu Estado e seus modos de ejercicio do poder. A convivência o encontro com o outro, a alteridade como objeto do Direito, que é muito mais que indicar o conflito como objeto do direito.

Teremos que apontar uma concepção de Direito que nos ajude, que sirva para a con-viver do melhor modo possível. O direito visto como um modo de satisfação da dignidade e da pluralidade ética. Uma convivência educativa e ética que nos permita trabalhar conjuntamente situações e fatos traumáticos,(denominados em La mediação sin fronteras de catástrofe ) encontrar formas de resistir e superar adversidades entre todos, contando com padres, professores, estudantes, líderes comunitários e populares, trabalhadores, etc. Que possam produzir sentidos, convergências e necessidades de uma construção coletiva e um devir comum para todos.

A convivência está atravessada por um destino de espécie incerta e ameaçadora que precisa de espíritos aptos para compreender os problemas fundamentais (caos de acontecimentos(catásteofes), formas de violência, retrocessos bárbaros onde se mesclam processos econômicos, políticos, sociais, étnicos, religiosos, mitológicos, amorosos).

Espíritos que não podem ser solitários, que precisam estar em estado de alteridade. Uma espiritualidade popular que se oponha a uma educação academicista que não consegue entender nada que escapa a razão que a institucionalização da verdade protocoliza em exclusivo. A sabedoria da existência humana fora da verdade e da justiça; inscrita no nomadismo e no inesperado do homem, do outro e do mundo. O nomadismo, disse Mafessolli, debilita nossas certezas de pensamento. É a semente de nossa autonomia, acrescento.

As Escolas de formação de uma cultura da convivência(Universidades populares UP) podem ser consideradas como formando parte das práticas e objetivos dos Balcões de Direito e dos Escritórios Modelos instalados nas favelas do Rio de Janeiro,nas comunidades carenciadas de Salvador o de Caracas , cujo propósito fundamental é de enfrentar as causas e conseqüências da pobreza, das diversas formas de discriminação,do racismo e da excluão social, com a participação protagonista do povo. Uma participação que inclui inclusive a mútua ajuda para a superação dos traumas e dificuldades que foram marcando a vida pessoal de cada um.

As referidas UP devem tamben preocuparse pelas novas formas de manifestação do racismo e da discriminação: a racismo como asedio laboral, o racismo nstitucional,o racismo ambiental,o racimo dos grupos afectados pela violência racial entre eles mesmos (racismo horizontal). A produção de bens simbólicos pode ser diferenciada a partir dos pólos unos de produção restringida (pólo epistêmico), onde modo de produção,e reconhecimento e formaçao de uma cultura da acumulação do capital simbólico depende de grupos de profissionais da razão que produzem uma legitimação de saberes entre pares, outro pólo de produção ampliada, na qual a validação provém da população, do público, da rua, de instâncias ou lugares não profissionalizados na produção do simbólico.

No primeiro pólo o capital semiológico é produzido, pelo geral em nome da verdade, no segundo, se nota o predomínio de uma coloração invisível, apresentada como sentido comum, que tem a utilidade social ao simbólico produzido em seu seio. O pólo da produção restringida tem a tendência a trabalhar com representações ideais que são conexas e derivadas de sentimentos insensíveis e fora da realidade concreta, idéias manipuladas por uma sorte de operadores mágicos, geradores de ilusões que jogando com virtudes auto-predicadas de linguagem conseguem fazer desaparecer os elementos do real que lhes dificultam as suas formulações teóricas e, inclusive gerar a ilusão de que são os únicos modos de construção de realidade.

Cada teoria elimina o que não lhe convém, assim fazem pensar que o processo de exclusão é científico e o eliminado uma ilusão, uma distorção do sentido comum. Geralmente provoca a postulação epistemológica de uma ruptura necessária do conhecimento científico com o comum, como condição indispensável a produção das verdades. O famoso corte epistemológico com o que se convencionou chamar de verdade dos conhecimentos e reduções unidimensionais que diminuem a complexidade. O pólo da produção amplificada (pólo dóxico) é o dos atores sociais, incluindo os setores populares sindicais, trabalhadores, etc.

Estamos falando, agora, de um conhecimento que não postula esse corte epistemológico, que só predica um distanciamento entre diferentes instâncias dóxicas (de conhecimento comum). Uma postura de distância de certos segmentos de sentido comum para alcançar outros (o que é possível dado o caráter complexo e contraditório em que se configura o saber comum-comunitário, formas de vida e de atividades que alimentam jogos de linguagem em partes diferentes. Jogos semióticos sempre submetidos a uma coerção pragmática de uma ação em vias de realização, como também influenciados por jogos de linguagem provenientes de fluxos epistêmicos.

Estas sendas de análise nos levam a ter de admitir que os pólos na efetuam cortes entre si tão fortes que impeçam a ocorrência de diferenças, semelhanças e continuidades, porque existem processos de interpretação que não podem ser negligenciados. Nesse sentido, estamos habilitados a reconhecer um saber espistêmico ordinário, ou de uma doxa epistemizadas (no fundo, uma arte hermenêutica posta em comunidade, uma doxa hermenêutica, que nos aproxima desde o popular ao inacessível da convivência humana e nos provoca para sair dos lugares comuns e dos estereótipos que desde o poder tratam de contaminar, para alienar, os saberes populares de sentido comum). Deve ter-se um certo cuidado para não confundir o sentido comum com os lugares comuns, o primeiro guarda as potências libertadoras do dionisíaco, o segundo nos remete ao banal.

O pólo epistêmico é da ordem do previsível, aponta o previsível, o normatizado, o explicável pelos ilusionismos das leis científicas. Impõem o fantasma de uma regulação total da sociedade, sobre a base das leis de concepção em questão, disse Mafessolli, normativista, judicativa e digamos redutora, se existe. Impõem uma banalidade de base que ignora que a vida, a vitalidade, impõe medo aos pensamentos harmoniosos do estabelecido. Uma banalidade de base que tem horror as desmensuras do novo (o inesperado, o novo, sempre é dionísico, é dizer desmensurado). O novo, em sua contundência vital, na presteza de suas incertezas, contrapõe os postulados dogmáticos e as leis rígidas com as quais queremos encerrar nos fluxos da vida. Existe uma banalidade epistêmica que por momentos resulta mais tóxica que a banalidade dóxica.

O pólo dóxico da continuidade de um saber popular, tem de levar em conta, precisamente, que a vida é hábil, escorregadia, lúdica, emocional e também, para Maffessoli, um pouco travessa, cheia de desejos que se distraem, diria eu. Todas as coisas são necessárias estarem em mente se queremos fazer por um mundo social e pelos saberes que temos que ter sobre ele, a mesma revolução quântica que usa a física para o retorno ao natural, desde um saber popular, inclusive não se pode negligenciar nem banalizar que a vida tem um componente de júbilo existencial que precisa retomar, ou adquirir um lugar de importância na estrutura social. O povo precisa conjugar junto das lutas por sua dignidade os prazeres e os jogos. Uma concepção mais lúdica da vida precisa instalar-se na continuidade.

A vida como um jogo é também uma acepção do efêmero como condição existencial do qual nada escapa. O próprio do destino é a inclusão da consciência de precariedade de todas as coisas. A acepção ditosa do que é inevitável. A celebração do efêmero como condição da emancipação. Não se pode buscar a autonomia renunciando a celebrar o efêmero. Glorificar a eternidade das coisas é alienação, captura ideológica, dominação do grande capital. Celebrar o efêmero, vivê-lo ludicamente é vir ao encontro do sentindo do destino humano.

A lógica do viver mais que falava Nietzche. Tenho falado até aqui, sobre o pólo dóxico como preâmbulo para postular a necessidade de contar para esse pólo com um paradigma dionísico (Maffessoli) que substitua o epistêmico imposto na condição moderna. Dito de outro modo, um pólo que exige o desprendimento do paradigma epistêmico para outro estético (Guattari), ou para o Dionisíaco recém aludido (Maffessoli), ou para a epistemologia carnavalizada ou surrealista (Warat)

Um paradigma aberto que conserva este nome quase como contradição (o paradigmático e adjudicado as estratégias dionisíacas) e que se encontra expresso nas múltiplas reações da unidimensionalidade econômica, jurídica, técnica, ética, sociológica, etc.; rebeliões, sensibilidades ecológicas, recurso das terapias alternativas, a tenacidade de um querer viver com dignidade, enfim, a expressão de uma irreprimível saúde popular. A emergência de uma tática e estratégias existencialmente alternativas. Uma reconciliação com a alteralidade, com os outros e com este mundo que estamos e nos negamos a compartilhar.

As UP e seus intelectuales experimentadores e facilitadores tem melhores competencias que os partidos tradicionais, sustentados pelas ortodoxia representativa, que se preocupa apenas com as relacoes de poder, e descuida da multiplicidade dos territórios existenciais , no seio dos quais há circulacäo de desejos e sensibilidades. O mesmo poderia dizer-se das instituicöes jurídicas atreladas à ortodoxia normativista e à idéia da representacäo por via da magistratura dos encarregados de dirimir os conflitos do outro.

Tanto o direito quanto a política descansam na idéia de representacäo do paradigma moderno. Näo se trata de aniquilar a idéia de representacäo, que organiza o sentido da democracia moderna. Temos que entender ser necessário encontrar um estatuto de coexistencia entre a tradicäo representativa e as afirmacöes sociais da subjetividade vinculadas às relacöes de forcas moleculares que vem do popular.


Noticias de la casa

Casa Warat


el hogar de la razón sensible


UPL


LA UNIVERSIDAD POPULAR LATINOAMERICANA CASA WARAT UPL pretende desarrollar, dando una enumeracion ejemplificativa:


a ) Taller de Teatro Leído en diferentes cafes de Buenos Aires y salas de teatro pequeñas y alternativas; diversos cafes filosoficos y cabaret surrealistas


Un grupo de teatro como filosòfia (coordinado por el professor santiago Willis Gerra

UN canal de TV virtual Arte e direitoTV, donde la casa Warat tratará de sumar un nuevo espacio WEB dentro de la casa

Una editorial, Casa Warat ediciones


Una biblioteca


Una libreria y un cebo de temas que preocupan a los habitantes de la casa no son de facil acceso

Ambas ofertas se podran encontrar durante los cafes o frupos de estudio o bien solicitar lla compra de los libros por internet

Tratando de explorar al maximo todas las posibilidades de la Web tendremos un fotolog y un facebook de la casa Warat, que invitimas a adherirse

Ahora contamos con la colaboracion de Gisele Salinas Asistente del profesor Warat y de la Casa de Buenos Aires


Vamos creciendo Webwrianamente

5 de abril de 2009

El encuentro de caminito y la Casa Warat


Marcamos con Leopoldo encontrarnos en la Barberia para ver si era un lugar apropiado para hacer los cafes.

Llegue temprano y comencé a releer la comunidad Filosófica de Onfray, que la compré de nuevo en castellano, tenia la edición francesa.

Leyendo de nuevo a Onfray descubro que, de repente, los Jardines no eran jardines, sino una casa y nómade. Noe enormes concidencias con nuestra idea de hacer una Universidad popular, que buscase la formación de un hombre más sensible, masanimalesco, en relación a que tenga sus deseos más a flor de piel y en otredad.

Barajo una serie de nombres posibles a partir de lo que estoy leyendo de Onfray.

Llega Leopoldo y no le gusta ninguno de los nombre que enumeré en una servilleta. A mi el nombre que me gustaria, dice es: "Casa Warat" Universidad Popular Latinoamericana.

Por supuesto que gustó y me sentí tremendamente homenajeado y querido. Consulta con los otros miembros de la comisión promotora de la Universidad Popular, Patricia, Pepe, David y vemos. Luego de la reunión, unas horas despues me confirman que habian hablado con casi todos y que todos estaban de acuerdo (falta Pepe). Consultamos también a Leonel y a Rebeca que tambien gustaron de la idea Parece que queda y estoy muy contento.

Leopoldo adoró la Barberia y le pareció un lugar ideal, una especie de sede central, entre comillas de una universidad que será nómade por opcion politica, anti sedentaria por actitud critica a lo que del sedentarismo nos marca como clia y espiritu alienante

La casa Warat será una casa con alas. Una tolderia, una casa mambembe una maloca

Salimos de la Barberia todo aceptado para el dia 18 ver la materia de ayer y al lado esta la fundación Proa, entramos y nos enamoramos del lugar. Ya combinamos hacer el jueves 16 a las 15 el seminario sobre onfray

Pensamos con Leopoldo que seria muy interesante que la casa, circulara por diferentes lugares de Buenos Aires, que por medio de nuestros cafes descubramos lugares inesperados, para muchas en un Buenos Aires que a mi y a otros se nos pasa, en el cotidiano, como lugares inadvertidos.

Me gustaría que los amigos de la Casa y los adherentes nos indicaran lugares para investigar sus posibilidades. Un amigo ya sugirió la universidad Di Tella, otro el teatro del Cubo, esperamos mas ideas y anoten en sus agendas nuestas dos próximas actividades.

Buen Domingo!!!