30 de mayo de 2011

Derrubando as cercas do saber jurídico: a abertura da Universidade aos movimentos de luta pela terra

fonte: http://www.ccj.ufsc.br/capturacriptica/documents/n3v1/parciais/5.pdf


"Quais as conseqüências, efeitos e reações quando os movimentos sociais ousam ir além do seu campo tradicional de atuação? Quando ocupam espaços que historicamente não lhes pertencem? Quando resolvem aproveitar-se das contradições democráticas e questionar os limites “democraticamente” impostos? E se os movimentos brasileiros que lutam pela terra resolvessemexigir a democratização da Universidade? Fossem além, exigissem a formação de uma turma de estudantes de Direito,  em uma Universidade Federal, por considerarem esse um espaço estratégico? Viabilizada a partir de um convênio entre o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA), por meio do Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (PRONERA), e a Universidade Federal de Goiás (UFG), formou-se, em 2007, na cidade de Goiás, a primeira turma composta exclusivamente por estudantes vinculados aos movimentos de luta pela terra. E hoje, em 2010, concluído o sétimo semestre, já é possível conhecer algumas das consequências, efeitos e reações gerados por essa experiência. A revista Captura Críptica foi ao campus da UFG, na cidade de Goiás, para conhecer os estudantes da turma Evandro Lins e Silva, também denominada “turma especial”, e apresentar aos leitores uma realidade completamente distinta daquela que, tradicionalmente, envolve os estudantes de Direito das universidades brasileiras. O resultado segue abaixo, e também serve para pensar experiências semelhantes vindouras. Outra turma? A UFG e os Movimentos já sinalizaram que desejam."

Para lerem essa belíssima entrevista na integra, consultem: http://www.ccj.ufsc.br/capturacriptica/documents/n3v1/parciais/5.pdf

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