21 de febrero de 2009

Una maquina de vida que le canta a la tristeza


No quiero entrar en polémica estamos colocando mi experiencia personal, mis relaciones entre cuerpo y razón y mi convicción, que va en aumento, de que el arte de tener una sensibilidad abierta a lo nuevo, tragresora del lugar común reificado, solo se aprende en clima de cabaret.
Entre los personajes hedonistas que construyen esa libertad que se respira en esos lugares. Para mi el hedonismo de un cabaret tiene mas valor que todo lo que pasa en los claustros, los saberes enclaustrados de las universidades.
En los cabaret tiembla (se avalan) las certezas sostenidas por la moralina beata. La contramoral ha sido poco estudiada y eso a mi me interesa, el cuerpo es una gran razón, también poco estudiada, es una razón que solo los hedonistas revelan haciendo vivir sus cuerpo.


Amar y participar de un aula es la misma cosa,
si no se puede crear un clima mágico,
lo mejor es desistir...

LAW


18 de febrero de 2009

se posterga la fecha del proximo cafè en Buenos Aires

Lamentable , por problema s de agenda de vaios participantes e,invitados,muchas surgidas a ultimo momento , tenemos que postergar el café a nueva fecha , ella surgirá de una consulta preliminar para ver cual es la mejor fecha .Fuera DE ESTE INCONVENIENTE LOS CENROS LAW ESTAN PROGRESANDEo EN BREVE TENDREMOS UNA NOTICIA MUY IMPORTANTE PARA EL GRUPO Disculpen la postergación

16 de febrero de 2009

Una cronica de Gerivaldo sobre os pinguaios

Warat amigo,

por conta de seus ensinamentos, na crônica que segue criei uma nova figura para os formandos em Direito: "
pinguaios". ou seja, mistura de pinguins com papagaios!Terminei, é claro, com o carnaval!!!Abraço.Gerivaldo+++++++++++++++++++
UM SONO DE 100 ANOS

Gerivaldo Alves Neiva *

Durante uma reunião da Comissão de Direitos Humanos da Associação dos Magistrados Brasileiros - AMB, em Brasília, conversava como uma amiga juíza sobre o atraso tecnológico do Poder Judiciário e pensávamos juntos que mesmo uma pessoa que tivesse dormido 100 anos ininterruptos não estranharia muito nossos procedimentos, ritos e leis atuais.
Estamos em 2009 e nosso personagem teria adormecido em 1909, início do século XX.
A República Brasileira apenas engatinhava e era governada por Afonso Pena, do Partido Republicano Mineiro. Depois de muitos mineiros e paulistas, a política do café com leite, nosso personagem dorminhoco não teria visto Getúlio chegar ao poder em 1930 e permanecer até 1945; retornar nos “braços do povo” como o “pai dos pobres”, em 1951, e não teria ouvido o “Repórter Esso” informar, em edição extraordinária, seu suicídio em 1954, consternando a nação. Não teria vivido os “anos dourados”, o presidente “bossa nova”, os militares tomando o poder através de um golpe de Estado, parte da esquerda fazendo guerrilha e seqüestrando embaixadores estrangeiros, a luta pela anistia, a campanha das “diretas já” e não iria acreditar que um operário retirante nordestino governa o país através de eleições livres e democráticas por dois mandatos. E o mais incrível: tem apoio da maioria dos ricos e pobres.
Em sono profundo, nosso amigo também não teria visto os horrores de duas guerras mundiais, o holocausto, o império americano dominando o mundo e espalhando o terror em nome da democracia. Acordaria sem saber da revolução russa de 1917 e dos crimes de Stálin; da ascensão e queda do muro de Berlim; dos barbudos de Sierra Maestra e da revolução cubana; de Che Guevara querendo revolucionar o mundo e depois sua imagem ser transformada em ícone de consumo; da revolução chinesa e o surgimento de uma nova potência mundial; do neoliberalismo, das crises das bolsas de valores e do “nervosismo” do mercado. Teria muita dificuldade, por fim, para entender o que é a “globalização”.
De nada saberia sobre maio de 1968, da geração “paz e amor”, da revolução feminina, da contra-cultura, dos Beatles, dos Rolling Stones, de Janis Joplin, de Raul Seixas, Tim Maia, Chico Buarque, Milton Nascimento, Caetano Veloso, Gilberto Gil e tantos outros. De nada saberia sobre a semana de arte moderna, de Villa Lobos, de Tarsila do Amaral, de Portinari, de Osvald de Andrade e das loucuras de Pagu. Perguntaria quem é Macunaíma, Antônio das Mortes, Lampião, Corisco, Maria Bonita, Antônio Conselheiro, Lamarca, Marighela, Cazuza, Luiz Gonzaga, Mandela, Madre Teresa e tantos outros. Iria se emocionar, com certeza, lendo os versos de Drumond, de Manoel Bandeira e João Cabral de Melo Neto. Perguntaria quem é a “garota de Ipanema” e talvez seus olhos castos não conseguissem fixar uma mulher vestindo um minúsculo biquíni em Copacabana ou na praia de Itapuã.
Saberia, porém, que milhares de animais e plantas já não existem mais, que o clima no planeta está mudado, que o ar e as águas estão poluídos e que o futuro do planeta é incerto.
Não compreenderia muito a razão do transporte terrestre através de caminhões em péssimas estradas de asfalto e o abandono das ferrovias. Como entender que o mais caro é melhor para o sistema do que o mais barato? De outro lado, seria impossível acreditar que se viaja de Salvador a São Paulo em duas horas, pois quando pegou no sono havia apenas notícias de que Santos Dumont, um brasileiro que vivia em Paris, teria voado em um aeroplano chamado 14 Bis, mas também chegavam notícias da América de que os irmãos Wright tinham conseguido o mesmo feito. Depois de 100 anos, é um absurdo acreditar que essas máquinas de voar transportam centenas de pessoas pelos continentes e que também são usadas para jogar bombas na população indefesa em tempos de guerra.
Teria um grande alívio em saber que não morre mais tanta gente de tuberculose, pois inventaram um remédio chamado penicilina e muitas vidas foram salvas. De outro lado, ficaria indignado ao saber que a população pobre da África morre como moscas de uma doença chamada AIDS, pois os laboratórios (não existem mais as boticas!) que fabricam os remédios ganham muito dinheiro com essa atividade. Mesmo assim, é incrível como evoluiu a medicina! Hoje já se faz transplante de coração, cirurgias à distância e até mesmo sem cortar os pacientes. Sangrias? Nem pensar...
Como também evoluiu o concreto armado! A cidade agora é vertical. Cresce para o alto. Impossível imaginar um prédio que se mistura com as nuvens mais baixas. Impossível imaginar que o concreto armado permitisse a construção de uma barragem para segurar os rios, gerando energia elétrica para movimentar e iluminar as cidades.
E o velho “Ford T” de nosso personagem em relação às Ferraris e Porsches da atualidade rodando a 200, 300 km por hora! Algo absurdo e impensável para o mais lunático dos mecânicos.
E aquele aparelho inventado por Graham Bell, testado com espanto pelo Imperador Pedro II, que agora predomina como “celular”, manda mensagens instantâneas, tira fotos e se transforma até em televisão. Que coisa absurda! O antigo telefone também já foi “facsimile” e transmitia documentos para qualquer lugar do mundo. Mais absurdo ainda: fotografias agora são visualizadas instantaneamente em máquinas digitais. Digital? Sim, agora uma biblioteca inteira cabe na palma da mão! Todas as grandes obras de arte da humanidade cabem em um “pendrive” e não é preciso mais sair de casa para visitar os museus do mundo através da Internet, como agora se chama o oráculo dos gregos antigos. O Google tem resposta para todas as perguntas...
Que pena! São Jorge não mora na lua, pois o homem esteve lá e encontrou apenas crateras e poeira. Os marcianos também não estão em marte e já vimos fotografias bem nítidas dos anéis de saturno.
As antigas tipografias foram substituídas por modernas gráficas, o computador domina o mundo e tudo pode ser feito com ele. Tudo mesmo. Tem uns que fazem até sexo. Em uma palavra, o mundo está automatizado e informatizado! Sem máquinas e computadores o mundo pára. Até a guerra agora é feita com satélites e computadores.
Nosso personagem, no entanto, não se surpreenderia com três instituições da vida moderna.
Poderia, por exemplo, entrar em uma milenar igreja católica e acompanhar sem muitos problemas a celebração de uma missa. Aliás, a estrutura da Igreja Católica é a mesma: padre, paróquia, bispo, diocese, cardeal, papa, pecado, penitência, inferno, purgatório, salvação, céu, ressurreição, Deus... Ouviria falar, é verdade, em verdadeiros cristãos como Pedro Casaldáliga e Hélder Câmara, da igreja progressista e teologia da libertação, mas a estrutura e os dogmas são os mesmos.
Poderia, também, entrar em uma sala de aula e não se surpreender muito, pois os alunos continuam sentados em filas e o professor e sua lousa continuam firmes e fortes. É certo que alguns usam equipamentos modernos nas aulas e Paulo Freire andou falando em “educação bancária”, mas o princípio geral ainda é ensinar e aprender, ou seja, o professor sabe e ensina e aluno não sabe e aprende.
No caso do ensino jurídico, depois de introduzidos os dogmas jurídicos, as teorias “objetiva”, “subjetiva” e “mista”, as lições dos veneráveis mestres, domada a irreverência e a rebeldia dos jovens, cortados os cabelos dos rapazes e transformadas as moças bonitas em senhoras de “tailleur”, sendo o aprendiz aprovado nas provas e testes, basta um paletó e uma gravata e está produzido mais um pingüim! Depois, basta decorar as leis vigentes, “passar” no teste da OAB e está formado mais um “pinguaio”, ou seja, pingüim mesclado com papagaio. O ensino jurídico se transformou em fábricas de “pinguaios”! Na verdade, nosso amigo dorminhoco não vai estranhar muito, pois era assim desde quando a elite paulista, ainda ano século XIX, formava seus bacharéis em Coimbra e Lisboa.
Passando diante de um Palácio da Justiça nosso amigo dorminhoco também não se surpreenderia muito com as leis atuais. É verdade que as Ordenações do Reino não estão mais em vigor, pois em 1917 foi promulgado um Código Civil e agora está em vigor um novo Código que passou mais de 20 anos para ser votado e foi promulgado em 2002. Se antes de dormir, no entanto, nosso personagem tivesse lido o Código de Napoleão, de 1804, e agora comparasse com nosso Código atual, poderia perceber que a estrutura é muito parecida: cuida bem da propriedade, da família e dos contratos, mas a felicidade e a dignidade humana passam ao largo. Não teria muito problema, de outro lado, com o Código Penal, que ainda é o mesmo de 1940 e a pena principal continua sendo a prisão. Montesquieu, inspirador dos três poderes, que morreu em 1755, também não estranharia muito a nossa forma atual de governar, legislar e julgar.
É certo que os juízes não usam mais perucas. Alguns usam a toga como se fora um manto sagrado e continuam formalistas e ritualistas como há 100 anos. Nas cortes de apelação ou desembargo, nossos atuais Tribunais, as “vestes talares” tem os mesmos recortes medievais de 100 anos. Ainda são formados os “autos” do processo e tudo precisa ser escrito em folhas de papel produzidas com celulose. Os juízes ainda despacham nos autos, de caneta, determinando que o cartório “A.R. Após, à conclusão”. Como há 100 anos, com licença é “data vênia”, por exemplo é “verbi gratia”, o falecido é o “de cujus” e assim por diante. Como há 100 anos, os registros de nascimento, óbito e casamento, inacreditavelmente, em alguns locais ainda são lavrados à caneta nos mesmos pesados “livrões” e continuam sendo, tais registros, função do Poder Judiciário, como ainda o são, injustificadamente, o casamento, o divórcio e a partilha dos bens do falecido.
É certo também que a família não é mais a mesma e alguns juízes e tribunais já entendem isso, mas também para muitos juízes e tribunais a propriedade privada é exatamente a mesma de 100 anos: inviolável e sagrada! Relutam em aceitar o princípio constitucional da função social da propriedade como elemento integrante do próprio conceito de propriedade. John Locke, o filósofo do liberalismo e da propriedade privada, que morreu em 1704, também não estranharia muito nosso modo atual de tratar a propriedade.
Constatou nosso personagem, por fim, que funciona bem o que mudou, mas o que não mudou está agonizando, falido, em fase terminal, e só vai funcionar bem se passar por uma profunda transformação, a exemplo do resto do mundo.
Com um olhar aprofundado, no entanto, nosso amigo dorminhoco poderá perceber que exatamente por conta disso – da falta de mudanças – alguns poucos vivem muito bem e desejam que assim seja e assim esteja por mais 100 anos de sono, ou mais.
E assim será, desde que este sono, porém, não seja interrompido pelo barulho do carnaval dos que não querem que seja sempre assim!

Conceição do Coité, 15 de fevereiro de 2009
* Juiz de Direito em Conceição do Coité – Ba.

15 de febrero de 2009

Más sobre Onfray


ENTREVISTA A MICHEL ONFRAY

La filosofía sana y salva (¿cura y redime?)

Fuera de París y de los círculos intelectuales, a los que detesta, Michel Onfray dice que la filosofía salva y que con ella se puede ser feliz, una idea basada sólo en su particular experiencia de vida. Aquí dice que los filósofos pelean una batalla perdida de antemano contra la barbarie. Reivindica a Diógenes y dispara contra Platón, las religiones, la publicidad, entre otros.
Por Héctor Pavón . Clarín 2007

Michel Onfray disecciona el devenir desde su casa en Argentan, Francia. Desde las márgenes, y con la lente del anacoreta, recorre el mundo de las ideas. Vive en un chalet lejos del ruido parisino, de los círculos intelectuales: es solitario, ateo, filósofo sin marco académico tradicional.

Publicó más de 40 libros y sigue preceptos del filósofo Diógenes, al que considera un pensador revolucionario. "Diógenes reivindicaba un lugar en Atenas que era una anti academia: el Cinosargo, en otras palabras, el cementerio para perros. Como burla, contra el ideal platónico de la Academia, los cínicos, que habían transformado la franqueza natural del perro en su emblema, eligieron ese lugar como provocación".Platón era rico y aristócrata, bien nacido y de buena familia, no necesitaba ganarse la vida, acusa el filósofo que creó la Universidad Popular de Caen.

Dice que Platón criticaba a los sofistas, por cobrar sus clases. "Fueron los primeros profesores de filosofía. Además, enseñaban técnicas de palabras y retórica útiles para llegar a las instituciones representativas de la democracia: Platón veía mal que se le otorgasen a las personas modestas posibilidades de acceder a instancias políticas de decisión. En el plano del contenido, los sofistas enseñaban un corpus, y no cualquier cosa como decía Platón.
Pero su corpus, por el hecho de rechazar el mundo inteligible, la verdad en sí, las ideas puras, fue desfigurado por los platonistas que preferían caricaturizar un pensamiento antes que combatirlo lealmente", polemiza.

Onfray también escribió sobre estos pensadores marginados en Cinismos, retratos de los filósofos llamados perros. Dice que los cínicos también defienden una visión del mundo (antiideal, materialista, perspectivista, relativista, subversiva) que combate absolutamente a Platón y al platonismo. "Con el triunfo del cristianismo desde Constantino, que lo impone como religión de Estado, el platonismo pasó a ser más o menos la filosofía oficial. Por esas razones los académicos de hoy, entre ellos los universitarios, retoman esas falsas ideas arrastradas acerca de los sofistas y los cínicos", sostiene Onfray.

Su nuevo libro es un manifiesto hedonista, un conjunto de textos que apuntan a los placeres varios pero también a los sufrimientos del cuerpo, a las frustraciones políticas y la reinvindicación de la utopía. La potencia de existir. Manifiesto hedonista (de la Flor) es el título de su nuevo texto.

Allí Onfray exhibe una prosa cuidada para un prólogo autobiográfico. Aparece el Onfray púber arrojado a una vida de maltratos y marcas a fuego y germen del filósofo. El autor dice, por correo electrónico, que padeció "una infancia en la naturaleza que me dio el sentido de la tierra, de la vida, de los ritmos, de lo vivo; otra parte de la infancia con un maltrato que me volvió rebelde a la autoridad; un origen modesto, padre peón agrícola, madre ama de casa, condiciones de vida muy pobres, que hicieron de mí un compañero de lucha de la izquierda radical; una 'salvación' aportada por los libros, la filosofía, la escritura, todo se mezcla, pero en una complejidad imposible de desenmarañar aquí y ahora, para hacer de mí un filósofo francés libertario, hedonista".

Ese fue el traumático nacimiento del filósofo "perro" moderno. "La filosofía me permitió sobrevivir a la tragedia que fue para mí ser enviado a un orfanato por mis propios padres cuando yo tenía diez años: los libros, la lectura me salvaron en ese momento y después, me garantizaron la salvación nuevamente en mi adolescencia, cuando la filosofía funcionó en mí como el sentido, la verdad, la certeza, la razón que nadie me había transmitido: creo que la filosofía es una terapia, lo que siglos de filosofía mostraron, siempre que no fueran cristianos", testimonia Onfray.

Fue una época de formación primaria y secundaria en la que el cuerpo del joven Onfray era el depositario directo del castigo en el orfanato y donde no había piedad para el culpable ni el sospechoso ni el diferente. En una civilización cristiana, el cuerpo siempre es maltratado, señala el pensador: "el ideal cristiano es, para la mujer, la Virgen que engendra sin padre, la Inmaculada Concepción, el cuerpo sin carne, la Esposa de Cristo y la Madre de Dios; para el Hombre, un crucificado sanguinolento, adorado como un muerto descarnado en su cruz, atravesado por las espinas y las puntas de lanza.

Todo eso genera una neurosis de civilización en la que nos encontramos todavía bajo formas posmodernas, por ejemplo, con la tiranía publicitaria del cuerpo ideal, inexistente, bello, perfectos, platónico, o sea, como un modelo que genera frustraciones en una cantidad increíble de personas, pues sólo tenemos cuerpos reales, existentes, imperfectos que nos invitan a no amar en beneficio de un ideal tipo, inalcanzable...""Nacimiento" de la filosofía

¿Cuándo nació la filosofía? ¿Es un invento griego?
Dice Onfray: "Es consustancial al hombre. En cuanto se asombra, reflexiona, piensa, hay filosofía. Los profesores de filosofía europeos remiten todo a sí mismos y deciden que la filosofía nace en Grecia, en el siglo VII antes de Jesucristo, olvidando que antes de eso existieron filósofos en Egipto, en China, en India y que los famosos inventores de la filosofía en Grecia (Pitágoras, Demócrito, por ejemplo, Platón después) realizaron viajes a esos países y trajeron muchas de sus intuiciones de sus viajes a esos continentes...".

Onfray dicta cursos de filosofía gratuitos cada semana ante unas setecientas personas en la Universidad Popular de Caen, creada por él, que hoy cuenta con alrededor de quince docentes y donde se dictan más de 200 cursos gratis en el año. Declaración de principios: "rechazo los poderes y nunca fui universitario, no soy miembro de ningún jurado literario ni periodista o responsable de una página cultural en un diario o un programa de tv, pese a que me han propuesto todas esas futilidades; rechazo los honores y no dispongo de ninguna condecoración, ningún título de profesor honorario de la universidad que sea; rechazo el dinero como horizonte insuperable de mi vida y vivo en un chalet de un pueblo de provincia donde nací, donde vivo, donde trabajo, donde escribo mis libros y donde, con mis amigos, creé una segunda universidad popular libre y gratuita.

Escribí en Teoría del cuerpo amoroso cosas sobre la familia, la pareja, los hijos que son exactamente lo que vivo; detesto el medio de la gente de letras y nunca viví en medio de ellos en París. Invito a cualquiera a verificar y ver cómo coinciden lo que enseño y lo que vivo plenamente, -desafía-. En el caso de los otros filósofos, lo invito a que usted mismo haga la averiguación.

Se divertiría..."Esa diferencia que marca Onfray sobre sí y el resto de los pensadores es la distancia que, dice, lo separa del mundo académico establecido y el que le plantea un púlpito diferente para su modo de "hacer" filosofía: "Leer y escribir mis libros; después enseñar lo que aprendí para compartirlo. Pero por encima de todo: tratar de vivir una vida filosófica que abarque todo eso: leer, escribir, dar conferencias, hacer coincidir mi teoría y mi práctica".

¿Pero entonces, desde este punto de vista, cuál es el lugar o papel del filósofo en la sociedad actual?
"El filósofo no es ni astrólogo ni adivino ni lector del futuro en la borra del café... Su trabajo no es prever, sino ser consciente de la abulia generalizada de los hombres y hacer todo lo posible para no contribuir a ella.
Es por lo tanto, prevenir, proponer antes una resistencia a todas esas catástrofes sabiendo que los filósofos serán siempre minoritarios, por lo tanto, perdedores y vencidos, pero que, como románticos desesperados, hay que llevar adelante no obstante un combate que se sabe perdido de antemano. Pues habrá otros Hitler, otros Stalin. Pero, al menos, que sea sin los filósofos...

"¿La filosofía y los filósofos pueden responder con precisión y justo a tiempo cuando hay algún acontecimiento como la guerra, una catástrofe humanitaria, un totalitarismo, por ejemplo?
Onfray recoge la provocación y responde: "No se puede decir 'la' filosofía porque solamente hay 'filósofos' con lo mejor y lo peor, con los que ven y los que no ven nada, ni siquiera mucho después. No les dé demasiada importancia a los filósofos: no prevén las guerras, no las evitan, no las detienen, ni siquiera está en sus manos. No los haga responsables de todo lo que pasa en el planeta.
Que algunos hagan su trabajo que consiste, según la acertada fórmula de Nietzsche, en 'fastidiar a la estupidez'. ¡Eso ya sería bastante!"

-¿La idea de revolución ha muerto?
«r-En el sentido bolchevique del término, sí. Y por suerte. Pero defiendo en el terreno político micro-revoluciones, micro-resistencias, siguiendo la línea de Deleuze, Guattari, Foucault que mostraron que ya no había fascismo posible, sino solamente micro fascismos para los que hay que implementar micro-revoluciones.

-¿Y la utopía también murió?
-En la utopía de un mundo mejor gracias a una revolución hoy, ya nadie cree. Pero, si la utopía es el arte de los posibles futuros, posibles en los que creo y que mi trabajo no deja de formular, entonces no ha muerto.-Una pregunta de Navidad, ¿la filosofía ayuda a ser feliz?-En lo absoluto sí. Y por mi parte, mejor dos veces: sí, sí.


Fuente. http://www.clarin.com/

14 de febrero de 2009

Lista de miembros adherenes al circulo de fraternidad docenro deestudoslaw

Lista da adherentes
adherentes VIP(carton verde)
Numero 1 flora Strosenberger
Numero 2 Guadalupe d Fonseca
Numero 3 Alexande Rosa
Numero 4 Andrea Tourinho

Adherentes plenos (carton vermelho)
no existen adherentes


As contribuciones de apoyo al crecimiento del centro de Estudios podran efecuarse en cualquiera de los evenos que se organicen,o combinando con los miembros administradores las formas de donacion
la anualidad del carton verde,recordemos es de 80 dolares como minimo;la del carton rojo la anualidad minima es de 50 dolares

No nos dejen solos

13 de febrero de 2009

Si desea participar

Grupo de intervención sobre el pensamiento de Onfray



O centro de estudios Luis Alberto Warat decidio organizar un grupo de intervención sobre el pensamiento de Michel Onfray.


El nombre pretende hace referencia a un tipo de trabajo que escapa a los moldes tradicionales. No será ni un semnario clásico, ni un taller tradicional, O lugar del coordinador estará carnavalizado. Los encuentros, de repente pueden convocar o evocar otros autores...

La idea es que el grupo se constituya permanente, con reuniones quncenales o conforme a periodicidad que el grupo pacte.

El local: falta determinarlo

Los que ya forman parte del circulo de fraternidad del centro, o los miembros del grupo organizador de la multiversidad del referido centro participaran sin necesidad de efectuar ningún aporte. Los que se aproximan por primera vez al centro les pediremos una ayuda para cubrir los gastos de organización y crecimiento del centro
Arancel colaborativo de 180 pesos Ese sera el único aporte que odra ser parcelado conforme las posibilidades de cada uno delos nuevos miembros (se agradece la comprensión)



Las inscripciones podran ser efectivizadas en el grupo de facebook del Centro de estudos LAW a al siguiente correo electrónico: centrodeestudoslaw@yahoo.com.br


10 de febrero de 2009

Marcada la fecha del nuevo cafe en Buenos Aires Abierta a lista de convidados



Fecha del Proximo café


Sabado 21 de Marzo a las 10 horas
Esta programado o cafe a partir das 10 horas ,con posibilidades de extenderlo despues del almuerzo



cafe da fraternidad preliminar viernes 20 marzo

a partir das 19 horas



Local tentativo: "La Barberia" en Caminito, la Boca.
o el restaurante Criss


Objetivo principal: Reunir al grupo que participo en el primer cafe con los que, por diversas razones, no pudieron venir...

Tema: abierto




Lista de personas que serán convidadas y algunos confirmados


Esta lista ira aumentando con el correr de los dias No abriremos nuevas entradas para este fin, sino que sumaremos a las personas propuestas a esta lista que sufrirá modificaciones, por lo que pedimos

POR FAVOR, RECORRER LAS ENTRADAS RETORNANDO SIEMPRE A ESTA DEL DIA DE FEBRERO, GRACIAS!!!



LAURA CIPRIANO CONFIRMADA

PATRICIA HERMIDA CONFIRMADA

LEOPOLDO FIDYKA CONFIRMADO

NELSON CAPDEPON CONFIRMADO

LUIS ALBERTO WARAT CONFIRMADO

Leonel Severo Rocha confirmado

VICTORIA ALOYSIO CONFIRMADA

DAVID KRONSONAS INVITADO

GRACIELA CRISTI INVITADA

ROBERTO KALNISKY INVITADO

María Cristina Gallegos CONFIRMADA

Fabio Quetglas INVITADO

Alicia Suarez INVITADA

Gustavo Di Paolo INVITADO

Eduardo González Andía INVITADO

Flora Strosenberger invitada
Santiago Willis Guerra invitados
Pedro Strosenberger invitado
Rosangela Cavalazzi invitada
Guadalupe da Fonseca invitada
Mirta Narosky invitada
Jose alves invitado
Fernanda Busanello Fere invitado
Jose Alcibiades de Olivieira Juniors invitado
Bertazo invitado
Manuel Camargo e Gomez invitado
Germano Schwartz invitado
Ines Gonzales invitada
Cristina Villanueva invitada
Gustavo Perez Cabrida invitado





9 de febrero de 2009

Pensamientos

Pensamientos




Precisamos construir la gran barricada contra el olvido. La barricada de los derechos humanos el esfuerzo por hacer memoria del olvido la oputa a que el olvido esta lleno de memoria en silencia, a la espera del grito LAW.

El socialismo que no este inundado de amor y creatividad, el socialismo que no entienda el valor de la sensibilidad no me interesa LAW

La seguridad ciudadana no es sentir peligrosa a la pobreza. El otro no puede ser una distancia social, algo que por seguridad ciudadana precisa ser colocada a la distancia. Nadie puede ser castigado por responder a la fantasia de pobreza que cada epoco inventa para si misma y alejamiento del otro que no satisfaga sus fantasias de hombre de bien.

Hay ciudades que hasta se establecen distancias fisicas, arquitectonicas, espacios externos que organizan el afuera como gueto. Por ese motivo nació Puerto Madero en Buenos Aires.

La arquitectura tambie es genocida. Una fantasia de progreso en una zona de fronteras ,como la costanera sur, Retiro Dock sur, Puerto Madero tiene calles con nombre de mujeres luchadoras o atitas que el pueblo amo, que muestran el cinismo de una clase que perdió sus escrupulos semiologicos.Una micro ciudad globalizada, donde se instalan las grandes marcas, los ministros K, los mejores restaurantes, y la sede del Partido Justicialista, las mejores parrillas y la universidad Catolica Argentina.

El siglo XXI sigue siendo un cambalache. Una micro ciudad sin muros, donde la riqueza deslumbra a los paseantes de todas las clases. Todos pueden pasear por Puerto Madero para admirar la riqueza de los otros y luego ir a comer bondiola en la costanera sur.Puerto Madero muestra como los genocidas pueden tener tambien apariencias delicadas, suavidades arquitectónicas, una agresividad que nunca salta la vista. La nieta dos Hering, que fue mi alumna, me decía que los que nacieron en cuna de oro no exiben su poder economico en la ropa siempre se visten con estrema discreción. En el Corán se dice que exhibir la riqueza indigna a Dios. Ojo que no soy ningun iluminado que me niego a transitar po Puerto madero, voy a Puerto Madero, aunque ahi yo no me reconozca LAW

Ocupamos la tierra sin entra en una relacion dialógica con ella. El sentimiento de participación mas plena con los lugares que vivimos sin la paciencia necesaria que se necesita adquirir para no consumirnos en el instante, sin incorporarme a la tierra y a la especie a la que pertenecemos LAW

Precisamos empeñarnos a renovarnos, correr el riesgo de no repetirse, de escapar de las cosas cristalizadas. Aprender la vida como el propio conjunto de las cosas que hicimos. La vehes esta subestimada por que perdió su sentido.Lo propio de la vejez es pensar la propia vida, poder ver la obra cumplida gozar el tiempo invertido.

El espacio y el tiempo dice Borges ya me dejan Lo que debemos eviter es que la creatividad me abandone antes del espacio y el tiempo desplieguen en mi su abandono.La vejez no puede ser una etapa de desconcierto desesperado, eso tiene que ser convertido en militancia de un sufrimiento que fecunde.

Ser revolucionarios hasta la muerte es aprender quien uno es, la busqueda del hallazgo personal renovable. La vejez creativa es la que me cueata a mi mismo que es lo que quise decir con mi vida.La vejez no es ser viejo, es un tiempo pleno que se torna monstruoso si queremos maquillarlo de lo que no es, si perdemos el pulso para seguir inscripto na alteridad hasta que el tiempo y el espacio nos abandonen

LAW



1 de febrero de 2009

Un ENVIO DE UNO DE LOS JUECES MAS IMPORTANTES DE LA ACTUAL MAGISTRATURA BRASILERA

Lembranças de Warat no Fórum Mundial de Juízes

Domingo, 1 de Fevereiro de 2009 3:49
De:
"Gerivaldo Neiva" Adicionar remetente à lista de contatos
Para:
Prezado amigo, fiz referência ao Manifesto do Surrealismo Jurídico, mais uma vez, na crônica que se segue:Abraço.Gerivaldo.++++++++++++

LEMBRANÇAS DE BELÉMGerivaldo Alves Neiva*

Guardei muitas lembranças de Belém. Aliás, guardo lembranças desde antes da viagem: a expectativa de participar do V Fórum Mundial de Juízes, o reencontro com colegas, a possibilidade de contato com colegas de outros estados e, sobretudo, a expectativa com a cidade de Belém e o Estado do Pará.

Saí de Salvador por volta das 9 horas com escalas em Recife e Fortaleza. O serviço da TAM é o mesmo: pão quente com queijo e presunto e as balinhas durante as escalas. Tenho um amigo que sempre viaja com uma cartela de pastilhas de Magnésia Bisurada para combater a azia causada por tais pãezinhos acompanhados de suco de caixinha ou refrigerante. O pessoal da TAM bem que poderia incluir as pastilhas no serviço. Inegável, no entanto, a simpatia das comissárias e comandantes com suas falas decoradas.

Perto de mim viajava uma turma de quatro ou cinco amigos. Falavam alto e brincavam entre si. Na escala de Fortaleza, uma simpática comissária solicitou de um deles a permuta da poltrona, como chamam aquela cadeirinha apertada, para que uma senhora pudesse se sentar ao lado da filha. Ele negou o pedido sob alegação de que estava sempre conversando com o amigo que estava na poltrona à sua frente e não se mudaria para o outro lado. Fiquei por um tempo a pensar: foi falta de solidariedade dele ou sua conversa com o amigo era mais importante?

Lembrei, por conta da situação, daquela frase atribuída a Che Guevara sobre a solidariedade: “Se você é capaz de tremer de indignação a cada vez que se comete uma injustiça no mundo, então somos companheiros". De outro lado, lembro também de uma das conclusões de Luis Alberto Warat no seu “Manifesto do Surrealismo Jurídico.” É algo mais ou menos assim: Não se podem suprimir as desigualdades materiais à custa de homogeneização dos indivíduos e das consciências. A liberdade nunca pode ser o preço do bem estar material. Entretanto, ninguém é livre se não tem asseguradas suas condições materiais de existência.

Certo que não são pensamentos contraditórios: solidariedade radical e liberdade do indivíduo. Concordo com Guevara em relação à radicalização da solidariedade, mas também entendo que Warat está certo em relação à violência que se perpetra contra a liberdade individual. A síntese de tudo isso é proposta pelo próprio Warat: também não existe liberdade sem condições materiais de existência! Sei que meu amigo Warat não vai gostar muito dessa história de lhe misturar com Che Guevara, mas ambos são argentinos mesmo... deixa prá lá!

Mas uma simples troca de poltrona já rendeu conversa demais. A seqüência dessa conversa importa em diálogos com Freud, Jung, Sartre, Habermas... Deixa para outro dia!

Pois bem, cheguei em Belém quase três horas da tarde e meu amigo já teria degustado várias pastilhas de Magnésia Bisurada. O pessoal da agência Vale Verde já me esperava no aeroporto e seguimos para o Hotel Grão Pará, no centro da cidade. Durante o trajeto, o simpático motorista me mostrou o Hangar Centro de Convenções, onde aconteceria o Fórum de Juízes, o Tribunal de Justiça do Pará e outras curiosidades da Capital. Perguntei-lhe sobre o clima da cidade, sobre a história das mangas caindo sobre os carros, da chuva diária e outras amenidades. Percebi que havia um esforço de toda a cidade para receber bem os visitantes, mas também é visível a falta de estrutura para um evento do porte do Fórum Social Mundial.

Descansei o resto da tarde e só dei uma caminhada na Praça da República no início da noite, visitando o imponente Teatro da Paz. Dizem que a primeira regência de “O Guarani”, pelo próprio Carlos Gomes, teria acontecido no Teatro da Paz, no auge da borracha.

Na manhã seguinte, em companhia da colega Maria Coeli, da Paraíba, fiz um ‘tour’ pela cidade e visitamos os pontos turísticos que todo visitante deve fazer: mercado Ver o Peso, mercado do peixe, museu do índio, casa das 11 janelas, forte do presépio, mangal das garças e basílica de Nazaré. A impressão foi a mesma: os locais tem imenso potencial turístico, mas falta ainda estrutura e o tratamento do turismo como uma verdadeira indústria de emprego e renda.

O mercado Ver o Peso é uma grande mistura de cidade, pessoas e floresta. Tem um pouco de tudo. Castanhas do Pará e Cupuaçú aos montes, folhas e ervas medicinais, peixes e camarões que não existem em tamanho e beleza em outros locais do mundo.

Vi, também, uma pessoa com fortes traços indígenas, um mameluco, magérrimo, com a mão estendida pedindo uma esmola. Logo em seguida, no Forte do Presépio, o contraste é visível entre a cultura dos conquistadores e a cultura indígena local. No museu, resultado das obras da restauração, existe desde uma escavação onde se vê o local onde foi feita uma fogueira para assar um tatu canastra, urnas funerárias e também louças e cerâmicas dos portugueses. Na parede, porém,consta um grande painel com várias referências ao processo de “colonização.” Depois da palavra “colonização” não tive condições de continuar a leitura, pois a imagem do quase índio magérrimo pedindo esmola no mercado do Ver o Peso embaçou meus olhos e embargou minha voz.

Certamente, o mameluco do mercado Ver o Peso tem sangue Tupinambá, português e negro africano. Seu sangue guerreiro Tupinambá, é verdade, já está contaminado com gripe, varíola, sarampo, sífilis, gonorréia e tantas outras doenças contagiosas dos brancos portugueses, mas não pode ter perdido o mistério da convivência harmônica com a floresta e seus bichos. Do sangue negro, sem dúvida, carrega a força, saudades da mãe África e o desejo de liberdade. É um ribeirinho, amazônico, índio, branco, negro, pobre, excluído, pedinte, sem terra, sem teto, analfabeto, brasileiro...

Lembrando do radicalismo solidário de Che Guevara, do passageiro que não aceitou permutar a poltrona e do mameluco do mercado Ver o Peso, eu, Juiz de Direito do Brasil, transbordando de indignação e esperança, tomei um banho no final da tarde para ouvir, na primeira noite do encontro, as palavras sensíveis e comedidas do Ministro Carlos Britto.

Sempre penso que ele gostaria de dizer mais do que diz. Como se a estrutura sisuda do Supremo Tribunal Federal não lhe permitisse. Ele declama poesias, cobra poesias dos Juízes, reclama da linguagem inacessível e, quando se reportou à música de Gilberto Gil, demonstrou que conhece com profundidade os mistérios da alma humana e também da história da música brasileira.

Como bem disse o Ministro, defendendo a Constituição e culpando os Juízes pela pouca constitucionalidade, a música se chama Drão e se reporta a Sandra (Sandrão), ex-mulher de Gil, e diz: “Drão! Os meninos são todos sãos. Os pecados são todos meus.”

Foi emocionante, mas penso que o Ministro Carlos Britto teve vontade de concluir com outra parte da música de Gilberto Gil: “Tem que morrer pra germinar, plantar nalgum lugar, ressuscitar no chão, nossa semeadura.”

Conceição do Coité, 30 de janeiro de 2009 * Juiz de Direito em Conceição do Coité – Ba.

http://www.gerivaldoneiva.blogspot.com/



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GERIVALDO NEIVA:

Es uno de los jueces que es preciso seguir en sus sentencias ELLAS MARCAN, NO SOLO JURISPRUDENCIA, SINO HISTORIA. Tengo enorme aprecio por Gerivaldo como persona, admiración como juez y bastas complicidades como intelectual.
Usted precisa acompañar su blog me honra formando parte del stafe del Centro de Estudios Law de Bahia

Me gustaria mucho organizar un cafe filosófico con Gerivaldo y Alexandre Rosa , en realidad mas que uno sería interesante programar una seria de cafés entre los tres, por lo menos Salvador, Rio y Buenos Aires...

Buen Domingo y gracias Gerivaldo!

LAW