4 de agosto de 2009

Textos rizomaticos ,que se expanden a pesar del invierno ,donde el pasto no crece

Caro mio,
Começo a dialogar contigo através dos nossos textos rizomáticos e, levado pela tensão em mim, entre o animal, simplesmente animal - tal minhas cachorras que estão no pátio em suas atitudes cachorrais, enquanto espécie cachorro que são - e o ser dotado de razão que me foi implantado há milênios, por ti brilhantemente colocado como consciência hermenêutica. Começo a chorar. Por que? Por quem? pelo animal enjaulado em "ferreo estuche", ou pelo homo epistemicus que nunca serei? Ou, quem sabe, pelo ser sensivel, amoroso, afetivo, constituido em um natimorto?
Pena que não estás ao meu lado, dialogando "ao vivo e a cores"... levo a taça de vinho à boca, sorvo delicamente seu conteúdo, dou uma tragada no cigarro, olhando as cortinas de fumaça que se formam, continuo escrevendo, chorando, sendo simplesmente,... talvez.
Um beijo amigo
Albano, aquele que o Derrida nomearia como animot .




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