16 de junio de 2009

Un mensaje albanizado


Caro Luis,Fantástico o texto indicativo de tua apresentação a mim da Lilith. Fiquei a pensar como nossa sensibilidade se abre ao dialogarmos, e mais uma vez te digo: sinto-me honrado em partilhar contigo esta vida geracional, em tê-lo como cúmplice-amigo e de saberes tocar em meus dragões com tanta intimidade e afeto. Daí tua generosidade e paciência com as minhas alucinações e narrativas colhidas em meu estado de vagamundo. Se teimo em não depositar na escrita aquilo que penso e que falo, deve-se talvez a este meu permanente estado errático que não gosta de deixar rastros e impressões digitais. Não gosto das inscrições públicas, senão aquelas que ocorrem "de passagem", movidas pelos ventos tal folhas outonais desde sempre à deriva. Quem se surpreende ao olha-las em seu bailado sente a frágil condição dos seus movimentos instantaneos e segue em frente, muitas vezes as pisoteando quando depositadas no chão, indolentemente, apaticamente. Mas teus dragões me seduzem e tenho arriscado ao longo dos últimos dias depositar na textura das páginas virtuais, algo das minhas narrativas, que devem no meu entendimento, continuar orais. Portanto, te peço paciência com meus deslocamentos anímicos, usando a urgência típica da palavra enquanto fala, anexo mais uma narrativa da noite de ontem.CiaoAlbano

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