7 de mayo de 2009

Un susto encantado



Total suceso, fuera de lo esperado del Cafe Filosofico en el PUB de Passo Fundo
Existen momentos en que uno no espera nada , principalmente no espera lo que esta por suceder,Llegue a Passo Fundo con la expectativa de generar un dialógo franco y abierto,para mas o menos treinta personas (que es la media de los cafes anteriores ) y me encuentro con mas de 200 personas ,que lotaron el Pub y ademas una cantidad respetable de personas se quedaron sin entrar

La calidad de los orga nizadore, el nivel intelectual afcectivo de los participantes permitio que se fuera tejiendo un clima hedonista ,que culmino con la explosión de un espacio mágico,nunca logrado en los cafes anteriores ,si en algunos ,no en todos,los Cabaret Macunaima Instalada la magio, como se imaginaran .todo fu encantada ,corrio el afecto intensamente ,casi el cafe se transforma en un besometro ,que no se concretizo pero que fico agendado como el simbolo de la mejor caricia que alguien puede brindar al otro.Existieron un numerp interesante de manifestaciones de repudio al modo en que fue avaliado por el MEC mi curso de derecho ,que funcionara en la Spei.

Creo que vivimos,anoche un momento historico en la historia delos cafes filosoficoas, y de la Universidad abierta Latinoamericana Fue lejos el mejor y mayor cafe filosofico que La casa Warat produjo hasta el momento Un cafe preparatorio a los Cafes de Juliuo en Buenos Aires, que si se desarrollan con la mitad del fervor de l de Passo Fundo El exito esta absolutamente garantizado Creo que una cantidad significativa de los participantes de ayer ira´n a Buenos Aires Estoy pensando que en julio pasaremos las cien personas participando,razon por la cual es preciso revisar algunos de los cafes ya elegidos que no comportan el numero de participantes Este cabaret conto con el auspicio y la coorganizacion de una facultadd eDerecho de Passo Fundo ,la OAB seccion Rio Grande del Sur,la magistratura,el mestrado de Derecho de la URi de Santo Angelo,Es decir un cafe que movilizoa todo el estado vinieron a Participar gente de Porto Alegre,de Sao Leopoldo De Santa Maria Santo Angelo Alegrete y podria seguir enumerando las ciudades

De los contenidos me ocupara en la entrega de mañana .basta decir aqui que la propueste du una educacion basada en el paradigma estetico quedo ampliamente consagreado.Creo que ayer una batalla fue ganada Tuvo mucho eco tambien la idea que propuse en este blog sobre una justicia Hedonista.Uno de los participantes acompa.nando la idea considero que seria oportuno concretizar una idea que comienza a surgir en el medio juridico :la impantacion de una juriridiccion de la calle El autor de la idea enviara un texto explicativo para este blog

Finalmente puedo decir que quede satisfecho y sorprendido al verificar la cantidad de lectores diarios de este blog Gracias a todos


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4 comentarios:

paulinhoferrareze dijo...

Nasci em Passo Fundo. Passei grande parte da minha vida aqui. Durante todo esse tempo não tinha participado de um evento como o de ontem, recheado de magia, com uma atmosfera em que a própria sensibilidade se sensibilizou, em que o próprio amor tornou a se enamorar, entre cada um e todos que lá estavam. O universo gélido do direito parece abrir, pelo coração de uns poucos (mas em crescimento constante), espaço para que a poesia - entendida aqui analogamente como sustento das relações humanas - se fortaleça para se tornar uma das fontes primordias e fundantes do direito. Aliás, tivéssemos poesia de forma onipresente, talvez sequer necessitaríamos desse direito que hoje se apresente: truncado, trancafiado e travestido. É sempre árduo voltar-se contra um movimento que parece natural, mecânico e pouco questionado. Ontem, todos que participaram do Café estavam a empurrar essa máquina invisível e burocrática que tenta tornar a todos títeres de um grande teatro de meras aparências. Os poucos todos que lá estavam sonharam, se embriagaram pelas possibilidades postas e, acima de tudo, pela ciência de se poder fazer os traços do papel se transformarem em sorrisos reais, no único mundo que sempre existiu e existirá: um mundo não jurídico, mas de pessoas que se necessitam e que só alcançam a delícia da vida no olhar do outro.

Cumprimento o Mauro Gaglieti em nome de todos que organizaram esse evento jamais visto em Passo Fundo.
Prof. Warat, tenha certeza que o exército cresce e que a força aumenta. Obrigado.
Abraços estreitos a todos.
Paulo Ferrareze Filho

Sociedade São Vicente de Paulo Conselho Central Passo Fundo dijo...

Gostaria de fazer constar que tive o prazer de estar presente no Café Filosófico realizado em Passo Fundo, e que as minhas impressões em relação a sua pessoa, e não apenas em relação ao Warat “autor” e “professor” foram muito boas.
Eu, enquanto uma modesta acadêmica do sétimo nível da Faculdade Imed, e como aluna da disciplina de Mediação ministrada pelo Profº Marcelino Meleu, não posso deixar de expressar o quão valiosas foram as suas contribuições no café.
Acredito que as pessoas são, em muito, movidas por suas paixões. No meu caso, por exemplo, foi a indignação quanto algumas mazelas sociais e a paixão que tenho pelas pessoas e pelas diferentes relações que podemos criar com elas, que me levaram a cursar Direito, o Direito enquanto uma ciência HUMANA, e não apenas jurídica.
Nesse contexto, acredito muito na sensibilidade das pessoas, que como bem colocou o Dr. Luiz Cristiano Aires, às vezes, encontra-se adormecida. A mediação, enquanto um método não adversarial de resolução de conflitos, e que visa não apenas a resolução do conflito, mas também a reconstrução, a harmonização da relação estremecida entre os conflitantes, traz a possibilidade de acordarmos (wake up) a sensibilidade. Assim, querido Warat, como bem o Sr. colocou, a sensibilidade não está apenas no falar, mas, principalmente no agir, no tratar o outro com ternura, com afeto, com verdade, com paixão, com prazer.
Agradeço muito a sua presença, os seus dizeres, a liberdade proporcionada aos participantes quanto a possibilidade de expressarem suas opiniões, e também toda a contribuição teórica que o Sr. produziu e que, com certeza, me servirá muito quando da construção de meu trabalho de conclusão de curso, que pretende versar sobre a mediação.
Talvez esses escritos pareçam um tanto românticos, mas antes sejamos seduzidos pelo romantismo e pela poesia, do que pela razão exacerbada.
Por fim, sinta-se fortemente abraçado, e perdoe a minha ousadia! 
Gislaine de O. de Almeida.

Mediação & Práticas Restaurativas dijo...

Querido Warat
Gostaria de fazer constar que tive o prazer de estar presente no Café Filosófico realizado em Passo Fundo, e que as minhas impressões em relação a sua pessoa, e não apenas em relação ao Warat “autor” e “professor”, foram muito boas.
Eu enquanto uma modesta acadêmica do sétimo nível da Faculdade Imed, e como aluna da disciplina de Mediação ministrada pelo Profº Marcelino Meleu não posso deixar de expressar o quão valiosas foram as suas contribuições no café.
Acredito que as pessoas são, em muito, movidas por suas paixões. No meu caso, por exemplo, foi a indignação quanto algumas mazelas sociais e a paixão que tenho pelas pessoas e pelas diferentes relações que podemos criar com elas, que me levaram a cursar Direito, o Direito enquanto uma ciência HUMANA, e não apenas jurídica.
Nesse contexto, acredito muito na sensibilidade das pessoas, que como bem colocou o Dr. Luiz Cristiano Aires, às vezes, encontra-se adormecida. A mediação, enquanto um método não adversarial de resolução de conflitos, e que visa não apenas a resolução do conflito, mas também a reconstrução, a harmonização da relação estremecida entre os conflitantes, traz a possibilidade de acordarmos (wake up) a sensibilidade. Assim, querido Warat, como bem o Sr. colocou, a sensibilidade não está apenas no falar, mas, principalmente no agir, no tratar o outro com ternura, com afeto, com verdade, com paixão.
Agradeço muito a sua presença, os seus dizeres, a liberdade proporcionada aos participantes quanto a possibilidade de expressarem suas opiniões, e também toda a contribuição teórica que o Sr. produziu e que, com certeza, me servirá muito quando da construção de meu trabalho de conclusão de curso, que pretende versar sobre a mediação.
Talvez esses escritos pareçam um tanto românticos, mas antes sejamos seduzidos pelo romantismo e pela poesia, do que pela razão exacerbada.
Por fim, sinta-se fortemente abraçado, e perdoe a minha ousadia!
Gislaine de O. de Almeida (Passo Fundo)

Mediação & Práticas Restaurativas dijo...

Das lições saboreadas no café filosófico, extraí-se que uma justiça cidadã somente será alcançada através da sensibilidade dos atores envolvidos, portanto, o desafio mais evidente na contemporaneidade é a inclusão social e com isso, a releitura da relação escola x comunidade.


Ao meu ver, a contribuição jurídica para a travesia do deserto da mediocridade, passa pela humanização do Direito, ou seja, por trazer o homem para o centro das operações jurídicas.

Assim, transpor para o currículo das faculdades, a figura da pessoa humana com toda a dignidade que a caracteriza, representa a superação de ideologias parciais com oferecimento aos futuros juristas de uma visão voltada a comunidade.

Amigo Warat, com certeza invadiremos Buenos Aires, aliás uma excursão de Passo Fundo, Santo Ângelo e Porto Alegre esta sendo organizada para participar do Café Filosófico que acontecerá na metade do mês de julho.

Fraternal abraço!

Prof. Marcelino Meleu (Faculdade IMED de Passo Fundo)