28 de julio de 2009

Hermeneutica de las esfinges a dos voces

Albano

Às vezes as viagens no hiperespaço me incomodam e este é o caso. Abri me fotolog e me vi diante da Esfinge sentada em um banco de jardim. E ela me exigiu como era de praxe, que eu a decifrasse caso não respondesse a pergunta, que no caso, estava escrita logo abaixo com seu novo codinome LAW. Gentilmente, dividiu a pergunta em algumas questões (veja que didática é esta esfinge!):a) atente para o risco da foto; b) observe o caminho sem volta da rota dos elefantes (creio que é proibido entrar com GPS ou outros navegadores virtuais); c) defina o que seja "es una construcción en otredad". Pasmo, fico quieto diante da grandiosidade desta Esfinge. Creio que serei devorado (espero que ela, ao me devorar, tenha uma baita dor de barriga). Caro miok, espero que no próximo capítulo me ajudes a não ser devorado. Aguardemos.
Em tempo: a Andréa, em seu blog, dedicou-me uma bela narrativa. Em breve, na carona do teu espaço virtual, me dirigi rei a ela.
Ciao
Albano

Warat

Albano te doy tres imagenes que te ayudaran a construir el concepto de otredad ,que unicammente ,como su nombre lo indica solo puede ser construido en otredad



Caro Oráculo,
Me remetire a um termo em português que é o súcubo, "um demonio feminino que vem pela noite copular com um homem perturbando-lhe o sono e causando-lhe pesadelos", conforme define Aurélio. Na tua descrição fomos passivos, impotentes e contemplativos ante mulheres ansiosas por uma liberdade por nós negada em nosso egoismo antropofágico. Assim entendi tua primeira adivinhação. Na minha decifração, sigo os caminhos indicados pelo termo súcubo, pensando que talvez aquelas mulheres que pensamos tê-las amado e que nos diziam amar-nos, podem ter sido súcubos que invadiam nossas noites insones trazendo o pesadelo do sexo sem amor, mecânico e que, procuravam retirar prazer dos nossos corpos tão somente, sem amá-los. Mas, por outro lado, nós podemos ter sido seus íncubos, os demonios masculinos que iam copular com (suas) mulheres pert urbando-lhes o sono e causando-lhes pesadelos, em nome de nossos apetites sexuais mais vís e miseráveis.
Segundo momento: Tal esfinge que me apresentas, caro Oráculo, sem cabeça (esta imagem lembra-me impotência, castração) e que tu a colocas sob a égide da morte, da morte de nosso corpo amoroso. Corpo este que nunca se coloca diante do outro, negando assim a recepção, o acolhimento, "sempre dando um desvio torpe" frente a possível conquista, que eu entendo como entrega, significa para mim, a aceitação deliberada da culpa nossa por não assumirmos "a loucura e a ternura" as quais somos convidados por estes "peixes roxos, estas liliths, estas sereias, estas lobas que se nos apresentaram em nossas andanças. Caro mio, minha decifração leva-me a crer que buscamos insandecidamente encontrar nas mulheres que pensamos amar, os peixes roxos, as liliths, as sereias e as lobas, que talvez elas nunca tenham sido, mas que nós projetamos nas mesmas tais ícones, frutos de nossas antecipações sensitivas que nos fazem invadir outros planos, sei lá quais, onde elas não se encontram. Não vejo nisto a morte, vejo tão somente delirios desesperados de homens nascidos sob a égide do amor. Dois vagamundos, peregrinos sem Meca, sem Jerusalem, sem salvação, adoradores da Deusa do Amor, para sempre inatingível. E, tal Pênia, deusa da miséria, catamos no chão as sobras dos banquetes dos deuses, todos partilhados por "peixes roxos, liliths, sereias e lobas. Definitivamente Warat, não somos deuses!
Em tempo:Achei fantástico o termo que criaste: diatribes do amor, explore-a ao máximo. Neologismas como muita competencia.
Até a próxima.
AlbanO


WARAT

N O QUISE REFERIRME A NINGUNA PASIVIDAD, QUE NUNCA TUVIMOS ,POR EL CONTRARIO SIEMPRE FUIMOS VIENTO, MAREMOTO, TORMENTA. Creo que nos falto la construccion del amor, que siempre es en estado de otredad alerta.Creo que nuestro fracaso amoroso fue el de la razon. Walter Benjamin dio en el clavo
Ente los clavos que supo pegar es el de mostrarnos , a voz y a mi, que cuando el angel m ira para atras no solo ve restos de una catastrofe como lo unico que quedo de la historia ,sino que tambien ve a nuestros amores como restos de un naufragio , que e simposibble recomponer Que no existe dialectica que los salva para un recuerdo intelegible y bonito.Puede ser que ese hombre sin c
abeza sean esos restos que nos quedaron de todos los amores vividos ,y que hoy son pocos los que podemos reconocer Estamos atacadso de una esclerocis en la memoria afectiva que cargamops. Ni siquiera el nombre de algunas mujeres recordamos.A muchas de ellas le podemos preguntar si la conocemos de algun lugar. Lorca tenia razon el amor no resiste un quinquenio.Quienes son ustedes La esfinge me dice que nos equivocamos las quisimos amar con la cabeza Nuestros cuerpos las siguen esperando como a Godot. Lo unico que nos quedo es la loba, tu sirena silenciosa o el pecesito rojo de Andrea
Creo que cuando un elefante se encamina al cementerio suspende todo pensamiento sobre la muerte , se prepara para sentirla ,cuando sea la hora, pero mientras tanto no piensa en ella, opta por senmtir ñla vid a.Los elefantes cuandos e encamina a la
muerte estan mas vivios que nunca IComienzan a sentir la libertad

Creo que los que se sienten Dioses son los famas.Nosotros, tres, Clarice, Cortazar, Alejo carpentier Artaud somos cronopios.magicos ,no magos Creo que la diferencia esta en que el magico nos ilusiona sobre el amor, realiza los trucos de la ternura.


Yo cree el termino dioatribes de amor para un filosofo sentado.inspirado en la obnre de Garcia Marques

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